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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Manuel Faria


Manuel Faria, o primeiro português a conseguir vencer a São Silvestre de São Paulo, feito que alcançou em 1956 e 57. Quando venceu a mais famosa das corridas do fim do ano do ano, o antigo atleta do Sporting bateu vários adversários de valia, com o soviético Vladimir Kuts, que dois antes tinha-se apropriado do recorde mundial dos 5000 metros.

O atleta, natural de Abrantes, onde nasceu em 1930, foi ainda recordista nacional dos 1500, 3000, 5000 e 10000 metros, bem como dos 3000 obstáculos, tendo ainda sagrado-se por 13 vezes campeão nacional, cinco das quais em corta-mato, entre 1955 e 59.

Manuel Faria foi o primeiro atleta nacional a treinar mais que uma vez por dia e segundo métodos científicos avançados na época. Ele e o seu treinador, o também já falecido Luís Aguiar, estiveram em contacto com os treinadores alemães que lançaram o treino intervalado, passado épocas na Alemanha, em estágios. Daí que o atleta, que não passara de uma simples promessa, estivesse depois bem à frente dos demais fundistas portugueses, conseguindo um palmarés até então inigualável.

Após os seus triunfos na São Silvestre de São Paulo, Portugal só voltou a conquistar um triunfo no sector masculino desta prova, em 1982 e 84, por intermédio de Carlos, numa altura em que Rosa Mota esteve em grande nesta competição, que venceu sempre em 1981 e 86.

Depois de abandonar as pistas, Manuel Faria orientou vários jovens atletas até que a doença o impediu de continuar ligado à modalidade em que se destacou. faleceu em Agosto de 2004, com 73 anos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Joaquim Ferreira


Revista "Colecção Idolos do Desporto" dedicada ao atletismo e neste caso a Joaquim Ferreira. Imagem cedida por Alfredo Nunes do Blogue Cadernetas e Cromos

segunda-feira, 6 de julho de 2009

V. Setúbal 2 - Sporting 2: jornal A Bola 1964

Publicamos hoje o jornal A BOLA de 27 de Abril, 1964. Em futebol o Sporting foi empatar ao Bonfim a duas bolas. Já arredado do título, o Sporting virava-se totalmente para a Taça das Taças que viria a conquistar poucas semanas depois. Também publicamos uma parte dedicada ao Atletismo e ao Torneio Internacional do Sporting, Manuel Oliveira era a figura pelo record obtido nos 3000 metros-obstáculos. Caros amigos apreciem esta preciosidade.

Primeira página


Pág. 3 - Atletismo

Pág. 7 - Setúbal 2 - Sporting 2


Pág. 9 - cont. do Setúbal - Sporting

terça-feira, 23 de junho de 2009

Carlos Lopes: Mundiais de Corta-Mato Lisboa/85 medalha de ouro

1ª Página
Página 5
Última página
Jornal A BOLA de 25 Março de 1985, reportagem sobre os campeonatos do Mundo de Corta-Mato, realizados em Lisboa. Carlos Lopes voltaria a repetir a Proeza para espanto de todos, e esse espanto deve-se à idade, reparem na idade deste campeão.
Este jornal foi-me gentilmente oferecido pelo Alexandre Ribeiro



ALEXANDRE disse...
O campeoníssimo e grande sportinguista Carlos Lopes, um dos maiores atletas mundiais de todos os tempos, conquistou um total de 5medalhas (3 de ouro e 2 de prata) em Campeonatos do Mundo de Corta-Mato: foi tricampeão do Mundo, em 1976, 1984 e 1985 e duas vezes vice-campeão do Mundo, em 1977 e 1983. Se Carlos Lopes não tivesse estado muito tempo lesionado, sobretudo, entre o final da década de 70 e o início da década de 80, provavelmente teria conquistado mais algumas medalhas. Aos 37 (!) anos alcançou a medalha de ouro na Maratona dos Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984), aos 38 (!) anos bateu o recorde do mundo da maratona, em Roterdão (1985) e foi Campeão do Mundo de Corta-Mato.
Absolutamente espantoso!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Carlos Lopes: medalha de ouro 1984, jogos olímpicos; jornal OFF-SIDE 14/8/1984



A consagração do campeão olímpico, primeira página.



Opinião do director do jornal sobre o feito de Carlos Lopes


Fernando Mamede: jornal OFF-SIDE 14-08-1984


Última página

Este jornal foi-me gentilmente oferecido pelo Sr. Alexandre Ribeiro criador do blogue: http://coleccionadordesportivo.blogspot.com/

Abraço amigo Alexaxandre


Mário disse...

Xixa,
Lembro-me perfeitamente deste jornal. Teve uma vida efémera. Havia também a Gazeta dos Desportos, que embora não fosse tão popular como o tradicional "triunvirato", gostava de o ler e às vezes comprava-o. Agora este nº do "Off-Side" arrasou completamente! Poderia ser o "Jornal do Sporting-2". Talvez representasse um pouco do que era o Sporting na época...

Rui disse...

Velhos tempos em que gastava a mesada a comprar o Off-Side!!
O director era o Alexandre Pais. Saudades...


terça-feira, 26 de maio de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Atletismo 1977: Campeões Europeus



Quarteto vencedor, em 1977, da Taça dos Campeões Europeus de Corta-Mato(da esquerda para a direita: Aniceto Simões, Carlos Lopes, Fernando Mamede e Carlos Cabral)

Imagem cedida por Alexandre Ribeiro criador do:
http://coleccionadordesportivo.blogspot.com/

Fernando Mamede


Imagem cedida por Alexandre Ribeiro criador do:
http://coleccionadordesportivo.blogspot.com/

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Carlos Lopes



Carlos Alberto de Sousa Lopes, nasceu em Vildemoinhos, Viseu, 18 de Fevereiro de 1947é um ex-atleta do Sporting; um dos melhores da sua geração e uma referência mundial do atletismo de longa distância. Lopes sobressaiu tanto nas provas de pista, como nas de estrada e no corta-mato.

A família Lopes era modesta. Carlos começou a trabalhar como servente de pedreiro, ainda não tinha onze anos, para ajudar a sustentar a casa de família. Mais tarde, foi empregado de mercearia, relojoeiro e contínuo. Enquanto adolescente, Lopes ambicionava jogar futebol no Lusitano de Vildemoinhos, o clube da sua aldeia. O clube rejeitou-o por ser excessivamente magro. Como ele próprio contou mais tarde, o atletismo surgiu por acaso. Numa correria com amigos, durante a noite, ao voltar de um baile (correndo em parte para afastar o medo que o vento uivante lhes fazia), Carlos Lopes foi o primeiro, batendo um grupo de rapazes da sua idade que treinavam regularmente e já se dedicavam ao atletismo. Foi nesse grupo de adolescentes que nasceu a ideia de criar um núcleo de atletismo no Lusitano de Vildemoinhos.

Carlos Lopes
Mais do que ser primeiro
Herói é quem
Sabe dar-se inteiro
E dentro de si mesmo, ir mais além.

Manuel Alegre

A primeira prova oficial de Lopes foi numa corrida de São Silvestre; tinha 16 anos. Lopes ficou em segundo lugar, pese embora a presença de corredores bem mais experientes. Pouco tempo depois, ganhou o campeonato distrital de Viseu de crosse, e quase de seguida foi terceiro no Campeonato Nacional de Corta-mato para júniores. Essa classificação, levou-o pela primeira vez ao Cross das Nações, em Rabat, Marrocos. Lopes foi o melhor português, em 25º lugar. Lopes tinha então 17 anos.

Em 1967, Carlos Lopes foi recrutado pelo Sporting Clube de Portugal, de Lisboa. A ida para Lisboa, deveu-se tanto a razões desportivas, como à promessa de um melhor emprego como serralheiro. É no Sporting que encontra o treinador da sua vida, Mário Moniz Pereira. Moniz Pereira foi o mentor de várias gerações de atletas portugueses de fundo e meio-fundo.

Em 1975, Carlos Lopes e alguns outros atletas do Sporting passa a treinar duas vezes por dia. Lopes era dispensado do seu emprego (entretanto foi contínuo no jornal Diário Popular e num banco) na parte da manhã. Entrava-se assim, na era do semi-profissionalismo.

Em 1976, Lopes ganha pela primeira vez o Campeonato do Mundo de Corta-Mato, que nesse ano se realizava em Chepstown, no País de Gales. Como mais tarde viria a demonstrar, Lopes fez uma corrida demonstrando uma enorme auto-confiança, mostrando resistência, sentido táctico e muito boa ponta final (sprint).

Jogos Olímpicos de Montreal, 1976

Carlos Lopes, que já tinha estado sem glória nos Jogos de Munique em 1972, era uma das maiores esperanças portuguesas para os Jogos Olímpicos de Montreal, no Verão de 1976. Lopes teve, aliás, a honra de ser o porta-bandeira da equipa portuguesa durante a cerimónia inaugural.

Na final dos 10.000 metros, Carlos Lopes forçou o andamento desde o início. Seguindo as instruções de Moniz Pereira, a táctica era a de rebentar com a concorrência (ou com ele próprio...). De facto, Carlos Lopes iniciou o último meio quilómetro bem adiantado do pelotão. Mas não ia só. Lasse Viren, da Finlândia, tinha sido o único a conseguir acompanhar Lopes. Nas últimas centenas de metros, Viren atacou forte, ultrapassou Lopes e ganhou a medalha de ouro. Lopes foi segundo e teve de se contentar com a prata. O finlandês era um atleta de excepção, e ganhou também o ouro nos 5.000 metros.

Era a primeira vez, desde há décadas, que Portugal conquistava uma medalha olímpica, e a primeira vez no atletismo.

Jogos Olímpicos de Los Angeles, 1984

Carlos Lopes venceu a prova de maratona nos Jogos de 1984, tornando-se o primeiro português a ser medalhado com o ouro nos Jogos Olímpicos. A prova foi rápida, e a marca atingida (2h9m21s) foi recorde olímpico até aos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008.

Palmarés

1976 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1976 2º Lugar nos Jogos de Montreal.
1977 2º Lugar no Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1982 venceu os 10000 metros de Bislett Games em Oslo
1982 venceu a Corrida de São Silvestre de São Paulo, Brasil.
1983 2º Lugar no Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1983 2º Lugar na maratona de Roterdão.
1984 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1984 2º Lugar no Meeting de Estocolmo, em 1º lugar ficou outro português, Fernando Mamede.
1984 venceu a maratona nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, estabelecendo o recorde olímpico da prova
1984 venceu a tradicional Corrida de São Silvestre de São Paulo, no Brasil,
1985 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato (cross-country)
1985 venceu a maratona de Roterdão e quebrou o recorde mundial da prova.

Isto só ele mesmo!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Fernando Mamede



Mário disse...

Amigo Nuno, permita-me que coloque um texto da minha autoria, retirado de um blogue que criei e que está parado à bastante tempo, e que tem um post acerca deste extraordinário recorde:

http://sportingatletismo.blogspot.com

"A Marca Mítica"
O primeiro Recorde Mundial do Atletismo português foi conseguido por Fernando Mamede, no DN Galan, o tradicional Meeting de Estocolmo, a 2 de Julho de 1984. O recorde pertencia desde 1978 ao queniano Henry Rono, com 27.22,5 (tempo manual) e foi batido por quase nove segundos!
Três anos antes, em Alvalade, Fernando Mamede bateu pela primeira vez o recorde da Europa, com 27.27,7, ficando então a pouco mais de cinco segundos. E desde essa altura que essa proeza se aguardava. Quer Carlos Lopes, que ficou a menos de dois segundos do recorde em 1982 e a menos de um segundo em 1983, quer o próprio Mamede, que em 1982 se aproximou a 45 centésimos (!), estiveram antes quase a batê-lo.
Já com os Jogos Olímpicos de Los Angeles muito próximos, Moniz Pereira conseguiu juntar Lopes e Mamede na mesma prova de 10.000 m. O objectivo era atacar decididamente o Recorde do Mundo de Henry Rono. Para Mamede acabou por ser o seu grande dia.
Entre os mais de 20 concorrentes estavam seis portugueses. Do lado de fora, Moniz Pereira, Rosa Mota (que correra os 3000 m), Humberto Sequeira (que fizera 1500 m) e José Pedrosa. Montaram uma espécie de secretariado junto à meta. Enquanto o Professor ia dando os tempos de passagem, os outros iam tomando notas e comparando tempos.
A "Lebre" foi o Português Guilherme Alves, especialista de 3000 m obstáculos. Desde o início, Alves foi algo lento completando o 1ºkm com 2.49,40, melhorando progressivamente nos seguintes: 2.45,05 (2º km) e 2.41,96 (3º km). Mas nesta altura o que se tinha em conta era a comparação com os tempos de passagem do recorde de Rono. Com 3000 m percorridos os 8.16,41 eram mais lentos que os 8.13,6 que Rono havia feito no dia do seu recorde. Aos 3500 m Alves retira-se e toma a dianteira o norte-americano Ed Eyestone. Este não melhora o ritmo mas mantém-no num nível regular. Isto proporcionou que os tempos de passagem de Estocolmo passassem a ser os melhores que os da melhor marca mundial, dado que na corrida de Rono se havia reduzido o ritmo acentuadamente entre o 3º e o 7º km. A primeira metade da prova correu-se em 13.45,40 (5000 m), mais rápido que os 13.49,0 de Rono, o que dava evidentes esperanças. Não obstante, o "momento" da corrida aconteceu aos 7000 m, quando Carlos Lopes tomou a dianteira e desferiu um ataque, completando os quilómetros seguintes em 2.41,66 (o 8º km), quase 5 segundos mais rápido que o quilómetro anterior, e 2.42,83 (o 9º km). Tacticamente era necessário que se partisse a corrida, apesar de Mamede ter ficado um pouco para trás. Sabia-se que nos últimos quilómetros, Rono havia estado fortíssimo no dia do seu recorde e portanto, havia que mexer com a corrida. Quando faltava um quilómetro para o final, Lopes ia na frente com 24.41,09 uns 15/20 m à frente de Mamede, entretanto, mais recuperado, e com quatro segundos e meio de vantagem sobre o tempo de Rono. Bastava a Lopes manter o ritmo e o recorde seria seu. Mas a recuperação de Mamede foi SENSACIONAL e correu os últimos 1000 m mais rápidos da história de uma corrida de 10.000 m - 2.32,72 -, os últimos 800 m em dois minutos e a última volta em 57,45 s ! Apanhou Lopes, que ia lançado na frente da corrida, a 500 m da meta, aos 26.12,3 minutos. O público que assistia ao Meeting de Estocolmo, no Estádio Olímpico, começa a agitar-se empolgadamente nas bancadas. Mamede galopa velozmente numa última volta verdadeiramente impressionante. O esforço, rumo à glória, é notório no seu rosto. Corta a meta com 27.13,81 minutos ... RECORDE MUNDIAL ! A ovação dos espectadores mistura-se com a emoção, exteriorizada pelas lágrimas e pelos abraços entre Fernando Mamede e o Prof. Moniz Pereira. Lopes chega em 2º com o tempo de 27.17,48 ... abaixo do recorde de Henry Rono de 27.22,5. Incrível ! Mamede e Lopes pulverizaram a anterior marca !
Se Lopes construiu o Recorde puxando, qual locomotiva o pelotão, Mamede deu-lhe o toque de classe final !
O dia de 2 de Julho de 1984 ficará para sempre gravado nos anais da História do Atletismo e do Desporto Internacional. Portugal passava a ter um cidadão recordista mundial ... Atleta do Sporting Clube de Portugal.

A marca de Mamede só seria ultrapassada cinco anos mais tarde, pelo mexicano Arturo Barrios, em 18 de Agosto de 1989, com o tempo de 27.08,23. No entanto, como Recorde da Europa permaneceu durante quinze anos, até que António Pinto a bateu a 30 de Julho de 1999, em Estocolmo, quando obteve o tempo de 27.12,47.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mário Moniz Pereira






Mário Alberto Freire Moniz Pereira (Lisboa, 11 de Fevereiro de 1921) é um professor, desportista, atleta, treinador e autor de canções. Foi praticante de andebol, basquetebol, futebol, hóquei em patins, ténis de mesa, voleibol e atletismo.

No atletismo sagrou-se campeão universitário de Portugal de triplo salto e recordista nacional, campeão regional e nacional de salto em altura, triplo e salto em comprimento, em veteranos, e recordista ibérico de salto em comprimento na mesma categoria.

No voleibol é campeão de Lisboa pelo Ginásio Clube de Lisboa, de Portugal pelo Sporting e da I Divisão ao serviço do CDUL. Desempenha funções de técnico nesta modalidade, nomeadamente no Sporting Clube de Portugal, Ginásio Clube de Lisboa, Centro Desportivo Universitário de Lisboa e do Ginásio Clube Português. Ganhou a medalha de bronze na prova de salto em comprimento e triplo salto, no Campeonato Mundial de Veteranos em 1977 (Gotemburgo) e também no triplo salto do Campeonato Europeu de 1982, em Estrasburgo.

É licenciado em Educação Física pelo Instituto Nacional de Educação Física de Lisboa, onde foi professor durante 27 anos. Como técnico de atletismo esteve presente em 11 Jogos Olímpicos, em 13 Campeonatos da Europa e em 21 Campeonatos do Mundo de Crosse.

De 1976 a 1983 foi director do Estádio Nacional e em 1982 presidiu à Comissão de Apoio à Alta Competição. Foi director técnico da Federação Portuguesa de Atletismo, Seleccionador Nacional de Atletismo e de Voleibol, Presidente da Comissão Central de Árbitros de Voleibol e Árbitro Internacional no Campeonato do Mundo de Paris, em 1956.

É sócio honorário da Associação Internacional de Treinadores de Atletismo. Foi distinguido com a Medalha de Mérito Desportivo em 1976 e 1984, foi condecorado com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique (1980) e com a Comenda da Ordem de Instrução Pública (1984). Foi Galardoado com a Medalha de Mérito em Ouro (1985), foi nomeado Conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa (1985), galardoado com a Ordem Olímpica (1988) e foi condecorado com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique ([[1991]).

Em 2001 recebeu o Emblema de Ouro da Associação Europeia de Atletismo, a mais alta condecoração individual na modalidade. A pista de atletismo do antigo Estádio José Alvalade recebeu o seu nome, em homenagem ao homem que mais contribuiu para o desenvolvimento do atletismo "leonino". Actualmente, Mário Moniz Pereira é vice-presidente do Conselho Directivo do Sporting para as modalidades Amadoras. É, neste momento, o sócio n.º2 do Sporting Clube de Portugal.

Moniz Pereira é ainda autor dos livros "Manual de Atletismo do Conselho Providencial de Educação Física de Angola" (1961) e "Carlos Lopes e a Escola Portuguesa do Meio-Fundo" (1980) e compositor de 114 temas musicais registrados na Sociedade Portuguesa de Autores. Compôs para cima de 120 sucessos entre fados e canções, assim como algumas algumas letras, que têm sido interpretados por nomes grandes da nosso panorama musical, desde Amália Rodrigues Lucília e Carlos do Carmo, passando por Carlos Ramos, Tony de Matos, Fernando Tordo, João Braga, Camané, Paulo de Carvalho, Maria da Fé, Rodrigo e Maria Armanda