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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sporting lidera o "ranking" nacional do total de títulos conquistados em 7 modalidades.

Nos últimos anos, devido às muitas conquistas alcançadas em matéria de competições futebolísticas, o F.C. Porto tem vindo a aproximar-se, cada vez mais, do Benfica no que diz respeito ao total de troféus conquistados nesta modalidade, tendo ultrapassado há muito o Sporting neste particular.
À partida para a época de 2010/11, o Benfica totalizava 67 troféus contra 66 do F.C. Porto, contando já com a Supertaça "Cândido de Oliveira" ganha pelos portistas em Agosto de 2010. O Sporting contabiliza apenas 45 troféus, estando, em termos futebolísticos, muito distante dos seus rivais.
Durante a época que recentemente terminou, esta disputa entre "dragões" e "águias" atingiu o seu auge, tendo o F.C. Porto acabado por ultrapassar o Benfica pela diferença mínima, ao vencer o Campeonato Nacional, a Taça de Portugal e a Liga Europa. O F.C. Porto passou assim a contabilizar 69 troféus e o Benfica, vencendo apenas a Taça da Liga, ficou-se pelos 68.
Desde logo, a polémica reacendeu-se, pois os benfiquistas alegam que a Taça Latina, conquistada em 1950, também deve ser tida em conta nesta contagem.
O Armazém Leonino não vai entrar obviamente nesta discussão, pois tal assunto está fora do âmbito deste espaço leonino, mas a propósito desta disputa estatística/futebolística entre portistas e benfiquistas, lembrámo-nos de efectuar uma pesquisa a respeito do total de títulos (campeonatos nacionais masculinos) alcançados pelos "três grandes" em 7 modalidades, que são, provavelmente, as que têm mais praticantes e adeptos em Portugal: Futebol, Atletismo, Futsal, Hóquei em Patins, Basquetebol, Andebol e Voleibol.
Indicamos, a seguir, o número de títulos nacionais alcançados pelos "três grandes" em cada uma destas 7 modalidades.

CAMPEONATOS NACIONAIS CONQUISTADOS (modalidades por ordem alfabética): SPORTING (SCP) ; BENFICA (SLB) ; F.C. PORTO (FCP)


ANDEBOL: SCP - 17 ; SLB - 7 ; FCP - 16

ATLETISMO (pista ao ar livre): SCP - 48 ; SLB - 22 ; FCP - 2

BASQUETEBOL: SCP - 8 ; SLB - 22 ; FCP - 11

FUTEBOL (*): SCP - 18 ; SLB - 32 ; FCP - 25

FUTSAL: SCP - 10 ; SLB - 5 ; FCP - 0

HÓQUEI EM PATINS: SCP - 7 ; SLB - 20 ; FCP - 20

VOLEIBOL: SCP - 5 ; SLB - 3 ; FCP - 9

TOTAL: SCP - 113 ; SLB - 111 ; FCP - 83

(*) Nesta contagem incluímos o Campeonato da I Liga (3 edições ganhas pelo Benfica e uma ganha pelo F.C. Porto).

Da observação destes dados, constata-se que o Sporting é o clube que tem mais campeonatos nacionais conquistados no conjunto das 7 modalidades, totalizando 113 títulos, contra 111 do Benfica e 83 do F.C. Porto. Esta contabilidade prova, uma vez mais, e se dúvidas ainda houvesse, que o Sporting continua a ser a maior potência desportiva nacional.
Contudo, tal conclusão não invalida que reconheçamos que o Sporting tem andado muito por baixo no que diz respeito sobretudo ao futebol. É, pois, fundamental e urgente para o futebol português e para o prestígio do próprio futebol leonino, que o Sporting volte, já na próxima época, a ser forte e grande também no futebol, como o foi em tempos não muito recuados, mas há já demasiado tempo afastado dos títulos nacionais, para um clube com a tradição, historial e grandeza do Sporting.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

As defesas leoninas menos batidas em 76 edições do Campeonato Nacional (1935-2010).

Desde a época de 1934/35 até hoje, isto é, em 76 edições do Campeonato Nacional de futebol, há a registar, sobretudo, 4 épocas em que o sector defensivo do Sporting teve uma excelente prestação, tendo sofrido, em média, menos de 0,6 golos por jogo. Tal situação ocorreu nas seguintes temporadas (ordem cronológica das datas): 1970/71, 1979/80, 1996/97 e 2006/07.
Destas 4 épocas, a que detém a média recorde é precisamente a última delas, a de 2006/07, sendo que, somente na época de 1979/80 o Sporting se sagrou campeão nacional. A seguir, apresentamos as 4 melhores defesas leoninas de sempre, em termos da média de golos sofridos por jogo:

- Época 2006/07: 15 golos sofridos em 30 jogos (média de 0,5 golos/jogo); o treinador leonino era Paulo Bento e o Sporting classificou-se em 2º lugar no campeonato, atrás do F.C. Porto; "defesa-tipo" (jogadores mais utilizados): Ricardo (g.r.); Abel, Polga, Caneira e Tello;
- Época 1970/71: 14 golos sofridos em 26 jogos (média de cerca de 0,54 golos por jogo); o treinador leonino era Fernando Vaz e o Sporting classificou-se em 2º lugar, atrás do Benfica; "defesa-tipo" (jogadores mais utilizados): Damas (g.r.); Pedro Gomes, José Carlos, Alexandre Baptista/Caló e Hilário;
- Época 1996/97: 19 golos sofridos em 34 jogos (média de cerca de 0,56 golos por jogo); o treinador leonino começou por ser o belga Robert Waseige, sendo depois substituído por Octávio Machado; o Sporting classificou-se novamente em 2º lugar, atrás do F.C. Porto; "defesa-tipo" (jogadores mais utilizados): De Wilde (g.r.); Luis Miguel/Gil Baiano, Marco Aurélio, Beto e Pedrosa;
- Época 1979/80: 17 golos sofridos em 30 jogos (média de cerca de 0,57 golos por jogo); o treinador leonino começou por ser Rodrigues Dias, sendo depois substituído por Fernando Mendes; o Sporting sagrou-se campeão nacional, com mais 2 pontos em relação ao F.C. Porto; "defesa-tipo" (jogadores mais utilizados): Vaz/Fidalgo (g.r.); José Eduardo/Artur, Eurico, Bastos/Meneses e Barão/Inácio.
O próximo grande objectivo de uma defesa leonina é conseguir baixar a média de 0,5 golos sofridos/jogo. Para tal, é necessário sofrer menos de 15 golos durante o campeonato. O desafio está lançado! Vamos a isso, Rui Patrício, Tiago, João Pereira, Abel, Polga, Daniel Carriço, Tonel, Torsiglieri, Evaldo e Grimi!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nos últimos 50 anos passaram 49 treinadores pelo Sporting!

Com a entrada de Paulo Sérgio em Alvalade, este passa a ser o 49º treinador dos últimos 50 anos da História do futebol leonino. Com efeito, desde a época de 1960/61 até hoje, passaram pelo Sporting 49 treinadores, dos quais 24 (praticamente metade) de nacionalidade estrangeira.
Desde logo, o que surpreende neste registo é a constante entrada e saída de treinadores de Alvalade, época após época, verificando-se uma média, nestes últimos 50 anos, de 1 treinador por época, facto este que demonstra a instabilidade permanente em que o Sporting tem vivido nesta matéria, não conseguindo, a maioria das vezes, aguentar um treinador durante mais de uma época, salvo honrosas e raras excepções.
Para além desta constatação, há a referir outro facto, que é o de, somente em metade daquelas 50 épocas, o Sporting ter conseguido manter um treinador do princípio ao fim da temporada. Esta realidade também ajuda a explicar por que razão o Sporting não tem alcançado, nas últimas 5 décadas, comparativamente com os seus 2 rivais, o sucesso e o número de êxitos no futebol consentâneos com o historial, prestígio e riqueza de palmarés desportivo do clube de Alvalade.
Este cenário de instabilidade tem vindo a alterar-se nos últimos tempos, em particular, na última década (entre 2000/01 e 2009/10), uma vez que, só por 3 vezes, o clube de Alvalade trocou de treinador no decorrer da temporada. Tal situação ocorreu nas épocas de 2000/01 (troca de Inácio por Manuel Fernandes), 2005/06 (troca de José Peseiro por Paulo Bento) e 2009/10 (troca de Paulo Bento por Carlos Carvalhal).
Nos últimos 50 anos, Paulo Bento é o treinador com mais tempo de permanência no comando técnico do Sporting, com um total de 49 meses, sendo que, este período de tempo corresponde a 3 temporadas completas e duas incompletas, facto este notável, tendo em conta a tradição leonina.
Seguem-se Fernando Vaz com 32 meses, Juca com 31 meses (2 passagens pelo clube), Manuel José com 27 meses (2 passagens pelo clube), Mário Lino (3 passagens pelo clube) e Carlos Queiroz com 26 meses cada um.
A título de curiosidade, apresentamos, a seguir, a lista dos treinadores que estiveram, nas últimas 5 décadas, 12 ou mais meses (seguidos ou não), no comando técnico do Sporting:

- PAULO BENTO (uma passagem): 49 meses;
- FERNANDO VAZ (uma passagem): 32 meses;
- JUCA (duas passagens): 31 meses;
- MANUEL JOSÉ (duas passagens): 27 meses;
- MÁRIO LINO (3 passagens): 26 meses;
- CARLOS QUEIROZ (uma passagem): 26 meses;
- MARINHO PERES (Brasil) (uma passagem): 19 meses;
- LAZSLO BOLONI (Roménia) (uma passagem): 19 meses;
- BOBBY ROBSON (Inglaterra) (uma passagem): 16 meses;
- AUGUSTO INÁCIO (uma passagem): 15 meses;
- JOSÉ PESEIRO (uma passagem): 14 meses;
- FERNANDO CAIADO (uma passagem): 14 meses;
- FERNANDO MENDES (3 passagens): 13 meses;
- OTTO GLÓRIA (Brasil) (duas passagens): 13 meses;
- JOZEF VENGLOS (ex-Checoslováquia) (uma passagem): 12 meses;
- OCTÁVIO MACHADO (duas passagens): 12 meses.
Na verdade, prevê-se que este "recorde" de 49 meses de Paulo Bento seja difícil de bater nos próximos anos, inclusivamente, a longo prazo, pois desta lista de 16 treinadores, e tendo em conta aqueles que estão em actividade, os que se encontram mais perto do ex-técnico leonino são Manuel José, com 27 meses (ainda assim a 22 meses de distância de Paulo Bento), seguido de Mário Lino e Carlos Queiroz, ambos com 26 meses (23 meses de distância).
Seria um bom sinal se o actual técnico dos "leões", Paulo Sérgio, viesse a permanecer em Alvalade, pelo menos, duas temporadas, pois, muitas vezes, os resultados de uma equipa de futebol só aparecem ao fim de 2 ou mais anos de trabalho intenso e de conhecimento mútuo entretanto adquirido entre treinador e jogadores. Às vezes também é necessário saber esperar e ter paciência, qualidade esta, que não é, de facto, o forte dos adeptos portugueses!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Época futebolística 2009-2010: A pior de sempre (em diferença pontual) da História do Sporting.

Há alguns meses atrás, mais concretamente, no dia 29 de Setembro de 2009, o Armazém Leonino publicou um artigo respeitante às piores épocas, em matéria classificativa, do Sporting no Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão. Para quem não estiver recordado, nessa postagem fizemos referência às 4 piores classificações do Sporting no Campeonato Nacional, mais especificamente, aos quatro 5º lugares obtidos, pelos "leões", nas temporadas de 1964/65, 1968/69, 1972/73 e 1975/76. Inclusivamente, na época de 1975/76, pela 1ª vez na sua história, o Sporting não se qualificou para uma competição europeia.
Tendo terminado ontem, dia 9 de Maio, o Campeonato Nacional de futebol relativo à temporada de 2009/10, o Armazém Leonino decidiu, desta vez, fazer uma pesquisa relativamente às maiores diferenças pontuais do Sporting em relação ao 1º classificado, ao longo da História do Campeonato Nacional.
Curiosamente, as duas maiores diferenças pontuais do Sporting em relação ao campeão nacional não dizem respeito a nenhuma daquelas 4 épocas em que o Sporting ficou em 5º lugar. Nem mesmo nessas 4 temporadas se atingiu um recorde tão negativo como agora. Na verdade, a maior distância em termos pontuais foi obtida precisamente nesta última temporada que ontem terminou, a qual ficará, infelizmente, na memória dos sportinguistas pelas piores razões.

Uma das "equipas-tipo" do Sporting 2009/10
Em cima (da esquerda para a direita): Daniel Carriço, Polga, Hélder Postiga, Caneira e Rui Patrício (g.r.).
Em baixo (mesma ordem): João Moutinho (cap.), Abel, Liedson, Vukcevic, Matias Fernandez e Miguel Veloso. 

Com efeito, desta vez, o Sporting classificou-se em 4º lugar, com 48 pontos, menos 28 (!) pontos que o 1º classificado, o Benfica, que atingiu os 76 pontos. Até ontem, a pior diferença pontual era de 27 pontos, relativa à época de 2002/03, na qual o campeão nacional foi o F.C. Porto, então treinado por José Mourinho. Nessa época, não obstante ter ficado em 3º lugar, o Sporting obteve 59 pontos, enquanto o 1º classificado chegou aos 86 pontos.

Uma das "equipas-tipo" do Sporting 2002/03
Em cima (da esquerda para a direita): Rui Bento, Quiroga, Beto, Hugo, Pedro Barbosa (cap.) e Nélson (g.r.).
Em baixo (mesma ordem):  Paulo Bento, Kutuzov, Rodrigo Tello, Ricardo Quaresma e Niculae.

Chegados ao final de uma temporada, na verdade, para esquecer, quer em termos de resultados, quer em termos de exibições, importa agora, com serenidade, tranquilidade, frieza e objectividade, analisar tudo aquilo que de mau aconteceu, os erros cometidos e, sobretudo, tentar encontrar as causas que terão estado na origem de uma temporada tão má.
Se, por um lado, esta foi uma época para esquecer do ponto de vista dos resultados desportivos obtidos, por outro lado, ela deverá ser recordada, no sentido de "diagnosticar a doença", saber o porquê e os motivos das coisas terem corrido tão mal, justamente, para não se voltarem a cometer os mesmos erros, procurando encontrar uma "cura para essa doença" e até prevenindo, no futuro, o aparecimento de outros males.
Lá diz o ditado popular que "o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita" e, de facto, a temporada começou mal e acabou ainda pior. Dado o triste desenrolar dos acontecimentos e o prolongamento do descalabro leonino, todos os sportinguistas ansiavam que a época chegasse depressa ao fim. No que a mim me diz respeito, confesso que foi com alívio, mas também com tristeza, que vi ontem finalmente terminado este sofrimento, mantendo-se, porém, a frustração de uma época falhada.
Contudo, como verdadeiro sportinguista que me orgulho de ser, não perco o ânimo, nem a esperança em melhores dias, os quais espero que surjam já na próxima temporada. Assim, tenha o presidente e a direcção leonina, aprendido com os erros cometidos antes e durante o decorrer da época, sobretudo, ao nível da (má) planificação/preparação da mesma e da péssima política de contratações e de gestão do plantel leonino.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

As equipas inglesas no caminho europeu do Sporting.


Com a vitória sobre o Everton, por um categórico 3-0, o Sporting escreveu ontem, dia 25 de Fevereiro de 2010, mais uma página brilhante de uma bonita história europeia com mais de 50 anos. É caso para dizer que o leão voltou a mostrar a sua raça e o seu rugido fez-se ouvir, mais uma vez, na Europa do futebol.
Ao longo de mais de 50 anos de participações europeias, o Sporting defrontou por diversas vezes equipas inglesas. No balanço de todos esses confrontos, regista-se o seguinte saldo: num total de 21 jogos, verificaram-se 8 vitórias para o Sporting, 8 derrotas e 5 empates, sendo que, no conjunto das 9 eliminatórias perante equipas inglesas (excluem-se os jogos da fase de grupos que não são a eliminar), o Sporting só não passou à eliminatória seguinte em duas delas. Tal verificou-se na época de 1968/69, diante do Newcastle (1-1 na 1ª mão, em Alvalade e 0-1 na 2ª mão, em Newcastle) e na temporada de 1969/70, frente ao Arsenal (0-0 na 1ª mão, em Alvalade e 0-3 na 2ª mão em Londres).

Portanto, pode afirmar-se que, ao longo dos anos, o Sporting tem sido feliz no confronto com equipas inglesas, já que em 9 eliminatórias, o clube de Alvalade eliminou-as em 7 ocasiões, as quais indicamos a seguir:

- época 1963/64: Manchester United - 4 / Sporting - 1 e Sporting - 5 / Manchester United - 0;
- época 1973/74: Sunderland - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 2 / Sunderland - 0;
- época 1981/82: Southampton - 2 / Sporting - 4 e Sporting - 0 / Southampton - 0;
- época 2004/05: Middlesbrough - 2 / Sporting - 3 e Sporting - 1 / Middlesbrough - 0; Newcastle - 1 / Sporting - 0 e Sporting - 4 / Newcastle - 1;
- época 2007/08: Bolton - 1 / Sporting - 1 e Sporting - 1 / Bolton - 0;
- época 2009/10: Everton - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 3 / Everton - 0.

A bold assinalamos os jogos nos quais o Sporting realizou grandes exibições, tendo, de facto, alcançado vitórias notáveis, marcando 3 ou mais golos, quer em casa, quer fora. A última vítima foi precisamente o Everton que, ontem, se viu vergado e vencido perante a força e a garra de 13 bravos "leões"!
Ainda a título de curiosidade, refira-se que a eliminatória diante do Everton foi a 4ª em que o Sporting teve de recuperar de uma desvantagem de 2-1 (derrota fora) trazida do jogo da 1ª mão. No total dessas 4 eliminatórias, só por uma vez (época 1970/71) os "leões" não conseguiram ultrapassar, no seu estádio, o respectivo adversário, como a seguir se pode ver:

- época 1970/71: Carl Zeiss Jena (ex-RDA) - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 1 / Carl Zeiss Jena - 2;
- época 1973/74: Sunderland (Inglaterra) - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 2 / Sunderland - 0;
- época 1985/86: Atlético Bilbao (Espanha) - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 3 / Atlético Bilbao - 0;
- época 2009/10: Everton (Inglaterra) - 2 / Sporting - 1 e Sporting - 3 / Everton - 0.
Curiosamente, estas duas últimas eliminatórias tiveram o mesmo resultado nas duas mãos!
Em jeito de recordação, aqui deixamos a constituição da equipa leonina que, com uma estupenda exibição, venceu, de forma categórica, o Atlético Bilbao, por 3-0, a 11 de Dezembro de 1985, no Estádio José Alvalade, em jogo a contar para os oitavos-de-final da Taça UEFA:
Damas; Gabriel, Venâncio, Morato e Fernando Mendes; Carlos Xavier, Jaime Pacheco, Sousa e Mário Jorge; Manuel Fernandes (cap.) e Meade.
Os golos leoninos foram apontados por Manuel Fernandes, Meade e Sousa.
Esta era, de facto, uma fantástica equipa, constituída só por jogadores internacionais portugueses, à excepção de um único jogador estrangeiro, o avançado inglês Raphael Meade!