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terça-feira, 10 de agosto de 2010

RECORD EUROPEU: Sporting 16 - Apoel 1



SPORTING 16 - APOEL NICÓSIA1
1/8 de final - 1ª eliminatória

Estádio José Alvalade - 13 de Novembro de 1963

Equipa do Sporting: Carvalho (GR), Mário Lino, Pedro Gomes, Pérides, Alfredo Moreira, Fernando Mendes, Figueiredo, Fernando Ferreira Pinto, Mascarenhas, Augusto Martins, Artur Louro

Treinador: Gentil Cardoso

GOLOS: Mascarenhas (5, 20, 27, 57, 84 e 88 min.), Fernando Pinto (7 e 65 min.), Mário Lino (35 min.), Artur Louro (36 min.), Pérides (48 min.), Augusto Martins (64 e 81 min.), Figueiredo (67, 72 e 76 min.).

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Maniche - O novo reforço leonino e o 8º futebolista a vestir a camisola dos "3 Grandes".

Com o ingresso no Sporting, Maniche passa a ser o 8º futebolista e o 7º jogador português a representar os "3 Grandes" do futebol português, após ter jogado no Benfica e no F.C. Porto.
Na verdade, depois de Alhinho, Derlei, Eurico, Fernando Mendes, Futre, Peixe e Romeu, Maniche entra agora também na galeria restrita dos "8 magníficos"! À semelhança daqueles 7 jogadores, também Maniche foi campeão nacional, tendo conquistado 2 títulos consecutivos de campeão ao serviço do F.C. Porto, nas épocas de 2002/03 e 2003/04.
Porém, daqueles 7 futebolistas, apenas Alhinho e Eurico se sagraram campeões nacionais em representação do Sporting. Fazemos votos para que Maniche se possa juntar àquela dupla de defesas centrais, conquistando, no final da temporada, o título nacional tão desejado por todos os sportinguistas.
O Sporting passa a ser o 9º clube da carreira de Maniche, depois da sua passagem pelo Alverca, Benfica, F.C. Porto, Dínamo Moscovo (Rússia), Chelsea (Inglaterra), Atlético de Madrid (Espanha), Inter de Milão (Itália) e Colónia (Alemanha). É de registar o facto de Maniche ter jogado nos principais campeonatos europeus: Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha. É caso para dizer que só faltou jogar na Holanda e em França!
Aos 32 anos, Maniche é, portanto, um jogador bastante maduro e categorizado que vem acrescentar qualidade e experiência ao plantel do Sporting. Maniche foi 51 vezes internacional A por Portugal, tendo estado presente e sido titular indiscutível em duas grandes competições a nível de selecções: Campeonato da Europa de 2004, em Portugal (2º lugar) e Campeonato do Mundo de 2006, na Alemanha (4º lugar), em cujas provas efectuou excelentes exibições.
Maniche constitui, sem dúvida, uma grande aquisição por parte do Sporting e será, certamente, um excelente reforço para a equipa leonina, possuindo uma enorme experiência internacional, com provas dadas nos vários clubes europeus por onde passou (sobretudo, ao serviço do F.C. Porto, onde ganhou tudo o que havia para ganhar), e que poderá ser, de facto, uma mais valia para o "onze" titular leonino, na posição de médio ofensivo, embora, dada a sua polivalência e versatilidade táctica, possa jogar em qualquer outra posição no meio campo, de acordo com as necessidades da equipa.
O Armazém Leonino deseja a Maniche as maiores felicidades pessoais e os maiores êxitos desportivos com a camisola do Sporting, pois o seu sucesso em Alvalade será um bom sinal para uma época futebolística que todos os sportinguistas esperam que seja de alegrias e de conquistas desportivas.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Juca, Lino, Mendes e Inácio: Os 4 "leões" campeões nacionais de futebol como jogador e treinador.

Até hoje, apenas 4 "leões" se podem orgulhar de terem sido campeões nacionais de futebol, quer na condição de jogador, quer na condição de treinador. Na verdade, trata-se de um feito nada fácil de alcançar, já que em 76 edições do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, somente em 4 ocasiões é que um treinador, campeão nacional pelo Sporting, o havia sido igualmente como jogador.
Mas, afinal, quem são esses 4 famosos, que se podem gabar de tal façanha? Eis os seus nomes (por ordem cronológica da obtenção do feito): Juca, Mário Lino, Fernando Mendes e  Inácio.

Na época de 1961/62, Juca foi chamado a substituir o técnico brasileiro Otto Glória, pouco tempo depois da época começar, em Setembro de 1961. No final dessa temporada, com apenas 33 anos (o mais jovem campeão de sempre), Juca sagrava-se campeão nacional pelos "leões" na condição de treinador. Como jogador, já havia sido campeão nacional por 5 vezes (1951, 1952, 1953, 1954 e 1958).

Na temporada de 1973/74, Mário Lino, então com 37 anos, sagrou-se campeão nacional, título este que também já havia conquistado, como jogador, por duas vezes (1962 e 1966).

Na época de 1979/80, Fernando Mendes foi chamado a substituir o técnico Rodrigues Dias, em Novembro de 1979. No final dessa temporada, o antigo capitão leonino e um dos "Heróis de Antuérpia-64" sagrava-se, com 43 anos, campeão nacional como treinador. Na condição de jogador, já tinha sido bicampeão nacional (1958 e 1962) pelos "leões". Não chegou a ser campeão pela 3ª vez (1966), devido ao facto de ter sofrido, em 1965, uma lesão gravíssima ao serviço da Selecção Nacional, que praticamente colocou "um ponto final" numa carreira até aí brilhante. Pode-se afirmar que, como jogador, Fernando Mendes foi também "campeão do azar"!

Na temporada de 1999/2000, Inácio, entretanto chamado a substituir o técnico italiano Giuseppe Materazzi, em Setembro de 1999, pôs fim a 18 anos de "jejum", conquistando, aos 45 anos, novamente o campeonato nacional, cujo título já havia conquistado, por duas vezes (1980 e 1982), na condição de jogador. Este título foi um dos mais festejados de sempre, uma vez que nunca o Sporting havia estado tanto tempo sem ser campeão nacional, remontando a última conquista à temporada de 1981/82.
Curiosamente, destes 4 jogadores-treinadores campeões nacionais, apenas Mário Lino iniciou a respectiva temporada como treinador leonino. Todos os outros entraram para o lugar do treinador despedido!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Época futebolística 2009-2010: A pior de sempre (em diferença pontual) da História do Sporting.

Há alguns meses atrás, mais concretamente, no dia 29 de Setembro de 2009, o Armazém Leonino publicou um artigo respeitante às piores épocas, em matéria classificativa, do Sporting no Campeonato Nacional de Futebol da 1ª Divisão. Para quem não estiver recordado, nessa postagem fizemos referência às 4 piores classificações do Sporting no Campeonato Nacional, mais especificamente, aos quatro 5º lugares obtidos, pelos "leões", nas temporadas de 1964/65, 1968/69, 1972/73 e 1975/76. Inclusivamente, na época de 1975/76, pela 1ª vez na sua história, o Sporting não se qualificou para uma competição europeia.
Tendo terminado ontem, dia 9 de Maio, o Campeonato Nacional de futebol relativo à temporada de 2009/10, o Armazém Leonino decidiu, desta vez, fazer uma pesquisa relativamente às maiores diferenças pontuais do Sporting em relação ao 1º classificado, ao longo da História do Campeonato Nacional.
Curiosamente, as duas maiores diferenças pontuais do Sporting em relação ao campeão nacional não dizem respeito a nenhuma daquelas 4 épocas em que o Sporting ficou em 5º lugar. Nem mesmo nessas 4 temporadas se atingiu um recorde tão negativo como agora. Na verdade, a maior distância em termos pontuais foi obtida precisamente nesta última temporada que ontem terminou, a qual ficará, infelizmente, na memória dos sportinguistas pelas piores razões.

Uma das "equipas-tipo" do Sporting 2009/10
Em cima (da esquerda para a direita): Daniel Carriço, Polga, Hélder Postiga, Caneira e Rui Patrício (g.r.).
Em baixo (mesma ordem): João Moutinho (cap.), Abel, Liedson, Vukcevic, Matias Fernandez e Miguel Veloso. 

Com efeito, desta vez, o Sporting classificou-se em 4º lugar, com 48 pontos, menos 28 (!) pontos que o 1º classificado, o Benfica, que atingiu os 76 pontos. Até ontem, a pior diferença pontual era de 27 pontos, relativa à época de 2002/03, na qual o campeão nacional foi o F.C. Porto, então treinado por José Mourinho. Nessa época, não obstante ter ficado em 3º lugar, o Sporting obteve 59 pontos, enquanto o 1º classificado chegou aos 86 pontos.

Uma das "equipas-tipo" do Sporting 2002/03
Em cima (da esquerda para a direita): Rui Bento, Quiroga, Beto, Hugo, Pedro Barbosa (cap.) e Nélson (g.r.).
Em baixo (mesma ordem):  Paulo Bento, Kutuzov, Rodrigo Tello, Ricardo Quaresma e Niculae.

Chegados ao final de uma temporada, na verdade, para esquecer, quer em termos de resultados, quer em termos de exibições, importa agora, com serenidade, tranquilidade, frieza e objectividade, analisar tudo aquilo que de mau aconteceu, os erros cometidos e, sobretudo, tentar encontrar as causas que terão estado na origem de uma temporada tão má.
Se, por um lado, esta foi uma época para esquecer do ponto de vista dos resultados desportivos obtidos, por outro lado, ela deverá ser recordada, no sentido de "diagnosticar a doença", saber o porquê e os motivos das coisas terem corrido tão mal, justamente, para não se voltarem a cometer os mesmos erros, procurando encontrar uma "cura para essa doença" e até prevenindo, no futuro, o aparecimento de outros males.
Lá diz o ditado popular que "o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita" e, de facto, a temporada começou mal e acabou ainda pior. Dado o triste desenrolar dos acontecimentos e o prolongamento do descalabro leonino, todos os sportinguistas ansiavam que a época chegasse depressa ao fim. No que a mim me diz respeito, confesso que foi com alívio, mas também com tristeza, que vi ontem finalmente terminado este sofrimento, mantendo-se, porém, a frustração de uma época falhada.
Contudo, como verdadeiro sportinguista que me orgulho de ser, não perco o ânimo, nem a esperança em melhores dias, os quais espero que surjam já na próxima temporada. Assim, tenha o presidente e a direcção leonina, aprendido com os erros cometidos antes e durante o decorrer da época, sobretudo, ao nível da (má) planificação/preparação da mesma e da péssima política de contratações e de gestão do plantel leonino.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Algumas curiosidades e recordes leoninos à volta do "derby" Benfica-Sporting

Em véspera de mais um "derby" Benfica-Sporting, a contar para o Campeonato Nacional da 1ª Divisão, e como já vem sendo habitual, o Armazém Leonino decidiu, uma vez mais, apresentar, aos inúmeros visitantes e amigos sportinguistas, algumas curiosidades e recordes relacionados com o "derby" entre os 2 eternos rivais lisboetas.
Desta vez, andámos a pesquisar diversos materiais no nosso vasto arquivo, tendo em vista a tentativa de responder a 3 perguntas, em relação às quais tinhamos curiosidade em saber as respectivas respostas:

1ª pergunta) Qual o jogador leonino com mais golos marcados na "casa" do Benfica?

2ª pergunta) Qual ou quais os jogadores leoninos com mais golos marcados, num só jogo, na "casa do Benfica?

3ª pergunta) Qual ou quais os jogadores leoninos com mais jogos disputados na "casa" do Benfica?

Nota: Todas estas perguntas referem-se a jogos a contar para o Campeonato Nacional.

Felizmente, nenhuma pergunta ficou sem resposta. Após algumas horas de investigação, recolha e compilação de dados, encontrámos as respostas que procurávamos. Aqui as deixamos aos nossos amigos apaixonados por curiosidades, recordes e estatísticas da História do futebol leonino:

1ª resposta) Quem havia de ser? Fernando Peyroteo, pois claro! Em 11 jogos realizados na condição de visitante, diante do Benfica, este fantástico avançado e o maior goleador da História do Sporting, marcou 16 golos (média notável de cerca de 1,45 golos por jogo!).
2ª resposta) Foram 2 avançados: Lourenço e, novamente, Fernando Peyroteo. Lourenço marcou 4 golos (Poker) no Benfica - 2 / Sporting - 4, da época de 1965/66. Peyroteo marcou também 4 golos no Benfica - 1 / Sporting - 4, da época de 1947/48, o célebre campeonato que ficou conhecido pelo "campeonato do pirolito", pelo facto do Sporting se ter sagrado campeão nacional, em igualdade pontual com o Benfica, mas com a vantagem de um golo nos 2 confrontos directos com o seu rival (1-3 e 4-1).
3ª resposta) Foram 3 jogadores: o guarda-redes Azevedo, o defesa Manuel Marques (o "Manecas do lenço") e o grande capitão e avançado Manuel Fernandes, todos com 12 jogos realizados. Manuel Fernandes, o 2º maior goleador leonino de sempre, atrás de Peyroteo, apenas marcou 2 golos no terreno do Benfica: nas épocas de 1976/77 (Benfica - 2 / Sporting - 1) e 1985/86 (Benfica - 1 / Sporting - 2). No entanto, nas 12 épocas em que jogou de "leão ao peito" (1975-1987), o nosso querido "Manel" não falhou um único Benfica-Sporting!


sábado, 20 de março de 2010

Os maiores goleadores leoninos nas Competições Europeias

Há poucos dias, o Armazém Leonino publicou um artigo referente ao "top-ten" dos jogadores leoninos com mais jogos realizados nas Competições Europeias de clubes. No topo dessa lista, aparecem, em igualdade de partidas disputadas, Liedson e João Moutinho, com 53 jogos cada.
Desta vez, o Armazém Leonino foi pesquisar os jogadores que marcaram mais golos nas provas da UEFA com a camisola do Sporting. Como seria de esperar, o inevitável e fantástico Liedson volta a fazer história com a camisola do Sporting, ao surgir no topo dessa lista, com 24 golos marcados (média de cerca de 0,45 golos por jogo).
Eis, então, a lista dos 10 melhores marcadores do Sporting nas Competições Europeias:

- LIEDSON: 24 golos;


















- LOURENÇO e MANUEL FERNANDES: 18 golos;




































- MASCARENHAS: 13 golos (jogador com melhor média de golos por jogo (cerca de 0,93), pois disputou 14 jogos); saliente-se que destes 13 golos, 11 foram apontados numa única época, a de 1963/64, que culminou com a conquista da Taça das Taças pelos "leões", tendo Mascarenhas sido o melhor marcador da prova e o recordista daquela competição já extinta; sublinhe-se, ainda, que daqueles 13 golos, 6 foram apontados num único jogo, diante do Apoel (Chipre), na vitória leonina por 16-1.


















- FIGUEIREDO: 12 golos;


















- CADETE: 11 golos;


















- YAZALDE: 10 golos;


















- SÁ PINTO: 9 golos;


















- PAULINHO CASCAVEL e OLIVEIRA: 8 golos.




































Repare-se que Liedson é o único jogador desta lista ainda em actividade, não se vislumbrando, a médio e até a longo prazo, alguém que possa "incomodar" ou aproximar-se, nem de perto nem de longe, da marca do "levezinho". Tal será, na verdade, uma tarefa muito difícil de se concretizar, pois a ultrapassagem da marca dos 20 golos é, já por si, um feito notável, se atendermos a que, por exemplo, nem Manuel Fernandes (com 45 jogos) conseguiu chegar às duas dezenas de golos, ficando-se pelos 18.
Aliás, estamos em crer que, mesmo a curto prazo, nem sequer se prevê que algum jogador leonino possa entrar neste "top-ten", cujo último lugar é referente a jogadores com 8 golos apontados. Tudo dependerá da permanência, ou não, por vários anos, de alguns jogadores jovens do actual plantel do Sporting como, por exemplo, João Moutinho, Miguel Veloso, Yannick, Adrien, Pereirinha, Saleiro, .... Não será, no entanto, uma situação fácil de se verificar, até porque alguns destes jogadores poderão, eventualmente, num futuro próximo, sair do Sporting e transferirem-se para algum clube estrangeiro.

quarta-feira, 17 de março de 2010

João Moutinho e Liedson atingem marca histórica: 53 jogos europeus pelos "leões"!


Amanhã, dia 18 de Março de 2010, João Moutinho e Liedson atingem uma marca histórica, passando a ser os jogadores que mais vezes envergaram a camisola do Sporting em jogos a contar para as competições europeias de clubes.
Com efeito, aquela fantástica dupla completa amanhã, diante do Atlético de Madrid, 53 jogos europeus com a camisola leonina, ultrapassando outra, não menos fantástica, dupla, formada por Damas e Oceano, a qual já há muito tempo detinha o recorde de jogos na Europa, com 52 partidas realizadas de "leão ao peito".
Em particular, a marca atingida por João Moutinho é tanto mais notável, quanto é obtida apenas ao fim de 5 anos, tendo a sua estreia, nas competições europeias, ocorrido em Fevereiro de 2005, mais concretamente, em jogo a contar para a antiga Taça UEFA, realizado em Roterdão (Holanda), onde o Sporting obteve uma excelente vitória, por 2-1, diante do Feyenoord.
Além disso, os 53 jogos europeus de João Moutinho foram atingidos de forma consecutiva, não tendo o actual capitão leonino falhado uma única partida, desde o jogo de estreia, na "Banheira" de Roterdão, frente ao Feyenoord, até ao jogo de amanhã, no Estádio José Alvalade, frente ao Atlético de Madrid.
Relativamente ao eterno e mítico guardião leonino, Vítor Damas, o qual deteve durante muitos anos o recorde de jogos efectuados na Europa, pode-se dizer que só não atingiu marca mais volumosa, devido ao facto de ter estado 8 (!) épocas fora do Sporting (4 épocas no Santander, de Espanha, entre 1976 e 1980; duas épocas no Vitória Sport Clube, em 1981 e 1982; duas épocas no Portimonense, em 1983 e 1984). Imagine-se o número de jogos a mais que Damas poderia ter realizado e acrescentado aos 52 efectuados ao serviço do Sporting, caso tivesse permanecido aqueles 8 anos em Alvalade!
A seguir, apresentamos, o "top-ten" dos jogadores que mais vezes envergaram a camisola leonina nas competições da UEFA: (nota: nesta lista contabilizamos já as presenças de João Moutinho, Liedson e Anderson Polga no jogo de amanhã)

- João Moutinho e Liedson: 53 jogos;












- Vítor Damas e Oceano: 52 jogos;
























- Anderson Polga: 51 jogos;












- Manuel Fernandes: 45 jogos;












- Hilário: 44 jogos;












- Pedro Barbosa: 42 jogos;












- Beto: 41 jogos;












- Venâncio: 40 jogos.












Como se pode verificar, Anderson Polga está prestes a igualar e a ultrapassar a dupla Damas-Oceano. No actual plantel leonino, não se vislumbra nenhum jogador que possa vir a entrar, num futuro próximo, neste lote restrito de jogadores com 40 ou mais jogos europeus.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Atletas leoninos recordistas da Europa e do Mundo


Ao longo de mais de 100 anos de vida do Sporting, o Atletismo tem sido a modalidade de maior sucesso na história do clube mais eclético de Portugal.
Com efeito, nesta modalidade, o Sporting é detentor de um palmarés ímpar e inigualável, sendo, não apenas, a maior potência do Atletismo Nacional mas, igualmente, uma das maiores do Atletismo Europeu e Mundial, só superado pelo Barcelona, em número de títulos europeus conquistados.
Na verdade, tantos foram os títulos conquistados, até hoje, pelo atletismo leonino, nos vários escalões e especialidades, em masculinos e femininos, quer a nível nacional, quer a nível europeu, que já quase se perdeu a sua conta!
Muitos foram também os atletas leoninos medalhados em grandes competições internacionais, quer a nível de clube, quer a nível de selecção (Jogos Olímpicos, Campeonatos do Mundo e da Europa de pista, quer ao ar livre, quer em pista coberta ("indoor") e Campeonatos do Mundo e da Europa de corta-mato).
A juntar a tudo isto, registe-se, ainda, os recordes da Europa e do Mundo em Atletismo batidos por atletas leoninos, os quais, são aliás, o objecto e tema do nosso artigo. De facto, até hoje, os atletas do Sporting bateram, nada mais nada menos do que, 7 recordes europeus e 3 recordes mundiais, cuja lista apresentamos a seguir:

7 RECORDES DA EUROPA:

- 3 recordes de Fernando Mamede, em 10 000 metros (1981, 1982 e 1984);
- 1 recorde de Carlos Lopes, em 10 000 metros (1982);
- 1 recorde de Carlos Lopes, na Maratona (1985);
- 1 recorde de Dionísio Castro, em 20 000 metros (1990);
- 1 recorde de Francis Obikwelu, em 100 metros (2004).

3 RECORDES DO MUNDO:

- 1 recorde de Fernando Mamede, em 10 000 metros (1984);
- 1 recorde de Carlos Lopes, na Maratona (1985);
- 1 recorde de Dionísio Castro, em 20 000 metros (1990).

Desta lista de recordistas, podemos destacar 2 símbolos eternos do Atletismo leonino, Carlos Lopes e Fernando Mamede, indiscutivelmente, os maiores atletas (masculinos) do Sporting e de Portugal de sempre e dos melhores do seu tempo a nível mundial.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Os "7 magníficos" que vestiram a camisola dos "3 Grandes"

Na História do Futebol Português, apenas 7 jogadores, tiveram, até hoje, a honra e o privilégio de, ao longo das suas carreiras, vestir a camisola de Sporting, F.C. Porto e Benfica. Este lote restrito é constituído pelos seguintes futebolistas (por ordem alfabética): ALHINHO, DERLEI, EURICO, FERNANDO MENDES, FUTRE, PEIXE E ROMEU.
Para além disso, estes jogadores foram campeões nacionais, pelo menos, por um dos 3 clubes. Porém, só um deles conseguiu ser campeão nacional pelos "3 Grandes", e até por mais de uma vez. Esse jogador foi EURICO (3 épocas no Sporting: entre 1979/80 a 1981/82): duas vezes campeão nacional pelo Benfica, duas vezes pelo Sporting (1979/80 e 1981/82) e outras duas vezes pelo F.C. Porto.
Relativamente aos restantes 6 jogadores, indicamos a seguir os clubes ao serviço dos quais se sagraram também campeões nacionais:

ALHINHO (3 épocas no Sporting: entre 1972/73 e 1974/75): duas vezes campeão nacional pelo Benfica e uma vez pelo Sporting (1973/74);
DERLEI (2 épocas no Sporting: 2007/08 e 2008/09): duas vezes campeão nacional pelo F.C. Porto;
FERNANDO MENDES (5 épocas no Sporting: entre 1984/85 e 1988/89): uma vez campeão nacional pelo Benfica e 3 vezes pelo F.C. Porto;

FUTRE (uma época sénior no Sporting: 1983/84): duas vezes campeão nacional pelo F.C. Porto;
PEIXE (7 épocas no Sporting: entre 1990/91 e 1996/97): duas vezes campeão nacional pelo F.C. Porto;
ROMEU (3 épocas no Sporting: entre 1983/84 e 1985/86): duas vezes campeão nacional pelo Benfica.

O jogador com maior número de campeonatos nacionais conquistados é Eurico, com 6 títulos, seguido de Fernando Mendes, com 4, Alhinho, com 3, e quatro jogadores (Derlei, Futre, Peixe e Romeu), com 2 títulos cada.
Na verdade, o recorde de Eurico é notável e muito difícil de igualar, pois ser bi-campeão nacional ao serviço de cada um dos "3 Grandes" é obra!
No entanto, Fernando Mendes detém também uma proeza igualmente notável e inigualável: é o único jogador português que, até hoje, jogou nos 5 clubes campeões nacionais - Sporting, Benfica, Boavista, Belenenses e F.C. Porto!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

As maiores goleadas sofridas pelo Sporting na Europa.

Há alguns dias atrás, recordámos duas goleadas impostas pelo Sporting, em jogos a contar para as competições europeias de clubes, as quais, ainda hoje, constituem recorde a nível europeu. Para quem já não se lembra, estamos a falar da goleada de 16-1, diante do Apoel de Chipre, em Alvalade, na edição de 1963/64 da Taça das Taças, e da goleada de 9-0, fora, na Islândia, frente ao Akranes, na edição de 1986/87 da Taça UEFA.
Hoje vamos recordar o lado negativo ou o reverso da medalha, isto é, as maiores goleadas (por cinco ou mais golos de diferença) sofridas pelos "leões" nas competições europeias. Assim, até hoje, em 54 anos de participações em jogos da UEFA, o Sporting sofreu 5 pesadas derrotas (duas delas na mesma eliminatória), as quais se indicam a seguir, por ordem cronológica:

- 5 de Outubro de 1966 (1ª eliminatória da Taça dos Campeões Europeus): Vasas de Budapeste (Hungria) - 5 / Sporting - 0.
- 27 de Setembro de 1972 (1ª eliminatória da Taça das Taças): Hibernian (Escócia) - 6 / Sporting - 1.
- 2 de Novembro de 1983 (2ª eliminatória da Taça UEFA): Celtic (Escócia) - 5 / Sporting - 0.

- 25 de Fevereiro de 2009 (oitavos de final da Liga dos Campeões): Sporting - 0 / Bayern de Munique (Alemanha) - 5.
- 10 de Março de 2009 (oitavos de final da Liga dos Campeões): Bayern de Munique (Alemanha) - 7 / Sporting - 1.

Num artigo anterior, já tinhamos referido que o Armazém Leonino não pretende "branquear" ou ignorar o passado menos feliz dos "leões", nem passar por cima, nomeadamente, das derrotas amargas sofridas pelo clube de Alvalade, pois a História do Sporting também é feita de desilusões, fracassos e frustrações.
O que o Armazém Leonino e todos os sportinguistas desejam é que estas goleadas, daqui para a frente, sejam cada vez mais raras e que, pelo menos, não volte a acontecer um resultado tão desnivelado como o verificado, a época passada, na eliminatória diante do Bayern de Munique, com 12-1 no total das duas mãos.
Na 1ª goleada (frente ao Vasas) eu ainda não era nascido, da 2ª goleada (diante do Hibernian) não me recordo (tinha 4 anos), mas da 3ª goleada, a referente à época de 1983/84, diante do Celtic, recordo-me perfeitamente (tinha, na altura, 15 anos e ouvi o relato do jogo pelo rádio) e lembro-me, como se fosse hoje, da infelicidade e frustração que senti quando o Sporting, depois de vencer, de forma convincente, o Celtic, na 1ª mão, em Alvalade, por 2-0, foi batido, na 2ª mão, na Escócia, por 5-0, num jogo de má memória para os sportinguistas, e no qual o guarda-redes húngaro dos "leões", o "gigante" e "carrasco" leonino, Katzirz, terá feito, provavelmente, a pior exibição da sua carreira, numa actuação de autêntico pesadelo, tão negra como a noite de Glasgow.
Para a História, aqui fica a constituição da infeliz equipa leonina que jogou em Glasgow: Katzirz; Gabriel, Zezinho, Virgílio e Mário Jorge; Kostov, Lito, Oliveira e Romeu; Manuel Fernandes (cap.) e Jordão.
Apresentamos, a seguir, uma foto de um "onze" do Sporting bastante utilizado nessa época de 1983/84, no qual estão presentes o defesa Carlos Xavier (o 2º da esquerda, em baixo) e o médio Festas (o 3º da esquerda, em cima), respectivamente, nos lugares de Mário Jorge e do búlgaro Kostov. Os restantes jogadores são facilmente reconhecidos.

sábado, 19 de setembro de 2009

Hilário - O recordista leonino de jogos na categoria sénior

O grande defesa esquerdo do Sporting e da Selecção Nacional da década de 60, Hilário da Conceição, que representou os "leões" durante 15 temporadas, entre 1959 e 1973, foi o jogador leonino que mais vezes envergou a camisola do clube de Alvalade na categoria sénior.
Com efeito, desde que ingressou no Sporting, no início da época de 1958/59, até se despedir dos "leões", no final da temporada de 1972/73, Hilário efectuou, no conjunto de jogos oficiais e particulares, um total de 629 partidas!
Para além das inúmeras vitórias alcançadas, dos vários troféus conquistados e dos muitos momentos de alegria vividos, quer ao serviço do Sporting, quer da Selecção Nacional, Hilário viveu também um momento de grande infortúnio e infelicidade na sua carreira, quando, devido a uma grave lesão sofrida (dupla fractura da tíbia e do perónio da perna direita) nas vésperas da final da Taça das Taças, não pôde dar o seu contributo à equipa nos 2 jogos decisivos da competição.
Após a brilhante conquista da Taça das Taças, a sua equipa fez questão de lhe prestar homenagem, deslocando-se ao Hospital para lhe mostrar o troféu, vendo-se, na foto seguinte, o momento em que Hilário beija, com emoção, a Taça, sob o olhar de Pedro Gomes e Fernando Mendes.
Hilário disputou o seu último jogo de "leão ao peito" na final da Taça de Portugal da época de 1972/73, que o Sporting conquistou, ao vencer o Vitória Futebol Clube (Setúbal), por 3-2. Na foto seguinte, podemos observar precisamente esse momento de consagração na tribuna de honra do Estádio Nacional, onde Hilário ergue o troféu na presença do seu capitão, Vítor Damas, e de José Mendes (capitão sadino), despedindo-se, assim, em beleza dos relvados e encerrando uma brilhante carreira de futebolista ímpar, de facto, um dos melhores de sempre, na sua posição, da História do Sporting e do futebol português.

Ainda a respeito de Hilário, convidamos os visitantes do Armazém Leonino a re(lerem) uma postagem do Nuno Ramos, de 27 de Abril de 2009, na qual se encontram registados mais alguns dados relativos à carreira do excelente defesa esquerdo sportinguista.

sábado, 12 de setembro de 2009

Azevedo - O recordista de títulos dos "leões"

O lendário guarda-redes leonino João Azevedo (1915-1991) foi o futebolista que obteve maior número de títulos com a camisola do Sporting. Com efeito, aquele que ainda é, para muitos, o melhor guarda redes português de todos os tempos, conquistou, de "leão ao peito", nada mais, nada menos que 21 títulos: 7 Campeonatos Nacionais (1940/41, 1943/44, 1946/47, 1947/48, 1948/49, 1950/51 e 1951/52), 4 Taças de Portugal (1940/41, 1944/45, 1945/46 e 1947/48), 2 Campeonatos de Portugal, cuja competição foi a precursora da Taça de Portugal (1935/36 e 1937/38) e 8 Campeonatos de Lisboa (1935/36, 1936/37, 1937/38, 1940/41, 1941/42, 1942/43, 1944/45 e 1946/47).
Na verdade, Azevedo foi o primeiro grande ídolo e herói das balizas do Sporting e de Portugal, tendo efectuado exibições invulgares e defesas memoráveis com as duas camisolas, fruto, por um lado, da extraordinária agilidade e reflexos que possuía e, por outro lado, da enorme valentia e coragem que revelava, quer a sair aos cruzamentos, quer a sair dos postes, aos pés dos adversários.
Para além destas qualidades, Azevedo, que ficou conhecido por "o gato preto" (pelo seu estilo felino e ágil e por jogar com o equipamento escuro), destavaca-se, igualmente, pelo seu elevado espírito de sacrifício, que lhe possibilitou, algumas vezes, jogar inferiorizado fisicamente e até lesionado com gravidade, nunca virando a cara à luta. A este propósito, recordamos aqui o histórico jogo a contar para o Campeonato de Lisboa, a 17 de Novembro de 1946, no Campo Grande, entre o Sporting e o Benfica, no qual Azevedo jogou mais de metade da 2ª parte do "derby" com o braço esquerdo ao peito, devido ao facto de ter feito uma luxação da clavícula já no final da 1ª parte.
Na foto seguinte, podemos observar o momento em que Azevedo, após se ter lesionado, sai do campo, ajudado pelo massagista das "mãos de ouro", Manuel Marques.
Com o jogo empatado 1-1, e já depois de Jesus Correia ter ocupado o lugar de guarda-redes (na altura não havia substituições), Azevedo regressou ao campo e, mesmo com o braço esquerdo imobilizado, efectuou grandes defesas, impedindo que o Benfica voltasse a marcar. O Sporting acabou por vencer o jogo por 3-1, tendo Azevedo sido um dos heróis do jogo e um dos grandes responsáveis pela vitória e consequente conquista da última edição do Campeonato de Lisboa (época de 1946/47).
Na foto seguinte podemos observar o momento em que Azevedo é vitoriado e levado em ombros pelos seus companheiros de equipa.

Azevedo foi chamado a representar a Selecção Nacional por 19 vezes e jogou no Sporting durante 17 temporadas, mais concretamente, entre 1935/36 e 1951/52. Ao serviço dos "leões", Azevedo efectuou mais de 500 partidas oficiais, sendo, neste particular, um dos jogadores que vestiram mais vezes a camisola do Sporting.
Aqui fica a homenagem do Armazém Leonino a um dos maiores símbolos e mitos do Sporting.