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sábado, 30 de outubro de 2010

José Travassos (1926-2002) - Uma lenda no "Mundo Sporting".

Separata da revista "Mundo de Aventuras".

No dia 4 de Março de 1955, a revista "Flama", uma das publicações periódicas portuguesas mais famosas (a par da Revista "Século Ilustrado") das décadas de 40, 50, 60 e 70, publicou na sua edição nº365 uma reportagem com José Travassos, o grande jogador leonino das décadas de 40 e 50 e um dos melhores jogadores portugueses de sempre.
Esta popular revista semanal de actualidades, que tinha sempre uma secção de desporto, entrevistou Travassos na intimidade do seu lar, a cerca de 5 meses de um importante acontecimento para o futebol português, para o Sporting e para o próprio jogador: era o 1º futebolista português a ser convocado para uma Selecção da Europa, a qual iria jogar contra uma congénere da Grã-Bretanha, a 13 de Agosto, em Belfast (ver artigo relacionado, publicado pelo Armazém Leonino, em 2 de Julho de 2009).
A capa da revista "Flama" apresentava uma foto em tamanho grande, mostrando Travassos na sua sala, exibindo sorridente um exemplar desta revista, podendo ver-se um bonito móvel, em cima do qual se encontra uma linda peça decorativa (relógio) com um leão e, na parede, um quadro com o emblema do Sporting.
Curiosamente, este bonito móvel encontra-se logo à entrada do Museu do Sporting ("Mundo Sporting"), tendo sido doado pelos familiares do "Zé da Europa", juntamente com o seu espólio desportivo, constituído por medalhas, troféus, recordações e objectos alusivos à sua brilhante carreira desportiva enquanto jogador do Sporting, ao serviço do qual integrou algumas das melhores equipas leoninas de todos os tempos, em particular, os célebres "cinco violinos" que ficaram imortalizados na História do Sporting e do futebol português do século XX.
No canto inferior esquerdo desta foto, pode-se observar, entre
outros objectos alusivos aos "cinco violinos", um exemplar da
revista "Flama" que tem na capa precisamente Travassos.
O "Mundo Sporting" possui, aliás, uma área do seu vasto e rico recinto reservada precisamente aos "cinco violinos", cuja secção, profusamente documentada, ilustrada e recheada de objectos, abrilhanta este espectacular museu, inigualável em Portugal, sendo considerado, de entre os museus desportivos, um dos melhores da Europa e do Mundo.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Vencedores da Taça das Taças 1964 - Os 11 Bravos Leões

Os onze Bravos Leões acima apresentados foram os que jogaram a célebre finalíssima de Antuérpia, a 15 de Maio de 1964, o Sporting venceria o jogo e a respectiva Taça das Taças. Eis de cima para baixo e pela esquerda os 11 nomes: Carvalho, Pedro Gomes, Geo, Alexandre Baptista, Fernando Mendes (cap.), Osvaldo Silva, Mascarenhas, José Carlos, Pérides, Figueiredo e Morais. Imagem retirada da Revista Sporting, referente à brilhante campanha Europeia em Futebol, época 1963/64.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Equipa do Sporting 2001-02 (Campeões Nacionais)

Foto relativa ao onze incial que disputou a última jornada (34ª) do Campeonato de 2001-02, frente ao Beira-Mar. Este foi o jogo de consagração, visto que o Sporting já tinha-se sagrado Campeão Nacional na jornada anterior, fruto da derrota do Boavista (2º classificado) no Estádio da Luz por 2-1, bastaria o empate para festejarmos. Mal acabou este jogo, Lisboa pintou-se de Verde, .

Sporting 2 - Beira Mar 1

Estádio José Alvalade - 5 de Maio de 2002
Árbitro: Isidoro Rodrigues (Viseu)

Equipa do Sporting: Nélson (GR), Beto, André Cruz, Quiroga, Rodrigo Tello (saiu aos 25 min.), Diogo, Paulo Bento, Pedro Barbosa (Cap. - saiu aos 73 min.), Hugo Viana (saiu aos 59 min.), João Vieira Pinto, Jardel.

Treinador: Laszlo Bölöni
Substituições: César Prates (25 min.), Quaresma (54 min.), Dimitrios Nalitzis (73 min.)

GOLOS: Jardel (29 e 88 min.)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Mister "FERNANDO VAZ"

Capa da revista "Colecção Idolos do Desporto" - Abril 1970 


Fernando Gomes Ribeiro Vaz, nasceu em Benguela (Angola), no ano 1918, a 05 de Agosto. Faleceu a 25 de Agosto de 1986, com 68 anos. Fernando Vaz foi um dos melhores treinadores portugueses de futebol. Conhecido como Jornalista-Treinador, muito antes de ser treinador, "Vaz" ainda jovem passeava-se pela secção desportiva do jornal Diário de Lisboa, onde escrevia com regularidade e também na revista Stadium, chegando mesmo a chefe de redacção do jornal A Bola. Devido ao seu bom relacionamento com o Conhecidíssimo Cândido de Oliveira, outro grande treinador e jornalista que, em 1947 foi convidado para desempenhar as funções de treinador adjunto de Cândido de Oliveira, e durante 4 épocas foi esse o seu cargo dentro do Sporting, clube de coração (1947/48 a 1950/51). Regressaria ao Sporting na época 1959/60 já como treinador principal, tendo apenas permanecido uma época. Todavia, a passagem que marcou o treinador Fernando Vaz na história do Sporting, foi quando voltou ao Sporting para se sagrar Campeão Nacional na época 1969/70. Na época de 1970/71 conquistaria a Taça de Portugal, e na sua ultima época de Leão ao peito (1971/72) não foi feliz e abandonou o Sporting em litígio com os dirigentes, sendo rendido por Mário Lino à 19ª jornada. No ano de 1969, Fernando Vaz foi considerado o treinador do ano, pela casa da Imprensa, devido ao bom desempenho à frente do Vt. Setúbal. Depois de anos a fio como treinador de futebol, tendo sido o Marítimo o seu último clube em 1978/79, voltou às raízes, como jornalista do jornal A Bola.

"Fernando Vaz enquanto Treinador adjunto de Cândido Oliveira"

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Hilário

Nome completo: Hilário Rosário da Conceição
Data de Nascimento: 19 de Março 1939
Naturalidade: Lourenço Marques - Moçambique
Posição: Defesa esquerdo
Internacionalizações: 39

Clubes representados: FC Arsenal, Atlético de Lourenço Marques, Sporting de Lourenço Marques e Sporting Clube de Portugal

Títulos conquistados:
3 Campeonatos Nacionais: 1961/62, 1965/66 e 1969/70
3 Taças de Portugal: 1962/63, 1970/71 e 1972/73
1 Taça das Taças: 1963/64

No Sporting:
Total: 629 jogos
No campeonato: 471 jogos - 1 golo

Estreia: 18 de Outubro de 1958

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vasques



Nome: Manuel Vasques
Data de Nascimento: 22 de Fevereiro de 1926 (Faleceu a 10 de Julho de 2003)
Naturalidade: Barreiro
Posição: Médio ofensivo
Internacionalizações: 26

Clubes representados: CUF e Sporting

Títulos conquistados:
8 Campeonatos Nacionais: 1946/47, 1947/48, 1948/49, 1950/51, 1951/52, 1952/53 e 1953/54
2 Taças de Portugal: 1947/48 e 1953/54

No Sporting:
Total: 493 jogos/317 golos
No campeonato: 278 jogos/191 golos

Estreia: 8 de Setembro de 1946

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Faustino

Capa da revista "Idolos do Desporto"

ALEXANDRE disse...


Caro amigo Dingo. O avançado brasileiro Faustino ingressou no Sporting na época de 1958/59 proveniente do São Paulo. Jogou durante 3 épocas em Alvalade, saindo no final da temporada de 1960/61. Penso que terá regressado ao Brasil, mas desconheço para que clube foi. Um abraço e até breve. Saudações leoninas, Alexandre Ribeiro.
Dingo disse...

Muito obrigado.

Logo após a chegada do Faustino ao Sporting, o Sporting recheou-se de outros estrageiros de mais peso e o Faustino passou a mais-suplente e menos-titular. Estou falando do Fernando Puglia, o Diego Arizaga e do Juan "El Expreso de Lima" Seminario.

O pior que o Sporting fez nessas alturas foi se ter desfeito do jogador que acabou brilhando no Atlético de Madrid, o Jorge Mendonça.

Em 59/60, se o Sporting tivesse medido bem os passos que devia tomar, poderia ter colocado na equipa três dos melhores jogadores que por Portugal passaram: o Juan Seminario, o Jorge Mendonça e o Eusébio (vindo do Sporting the Lourenço Marques, filial do Sporting).

Celestino

Capa da Revista "Idolos do Desporto".

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Sporting 1959-60

Antes de se iniciar a época futebolística de 1959/60, assistiu-se a um acontecimento importante na história do Sporting que foi o abandono de Manuel Vasques, o último dos "Cinco Violinos" a despedir-se dos relvados. Este abandono simbolizou como que um virar de página de uma "época de ouro" vivida pelo Sporting durante as décadas de 40 e 50.
Vasques foi alvo de uma bonita e muito participada festa de homenagem, que incluiu um jogo de despedida em sua honra,  a 30 de Agosto de 1959, no Estádio José Alvalade, tendo o Sporting defrontado e vencido o Belenenses, por 2-1.
Em breve, iria iniciar-se a temporada de 1959/60 e, com a entrada na década de 60, iria, igualmente, assistir-se ao aparecimento de uma nova hegemonia no futebol português, desta vez, por parte do Benfica, que iria iniciar uma época gloriosa de vitórias e de conquistas na sua história.
Cerca de um mês depois do arranque do Campeonato Nacional da temporada de 1959/60, o Sporting contrata o avançado peruano Seminário que iria revelar-se uma excelente contratação.
Apesar da excelente equipa que o Sporting possuía (com vários internacionais portugueses e com os brasileiros Vadinho, Fernando e Faustino, o argentino Diego e o peruano Seminário) e das boas exibições realizadas ao longo da época, o clube de Alvalade acabou por não conquistar nenhum troféu, embora tenha estado perto de o conseguir.
Com efeito, no Campeonato Nacional, Benfica e Sporting travaram um duelo muito disputado e equilibrado até perto do fim. Só a 3 jornadas do final da prova é que o título ficou decidido, quando à 24ª jornada e antepenúltima, no Estádio da Luz, o Benfica venceu o Sporting por 4-3. O Sporting terminava o campeonato apenas com menos 2 pontos que o Benfica.
Na Taça de Portugal, o Sporting também acabou por não ser feliz, pois apesar de ter chegado à final do Jamor, acabaria por ser derrotado pelo Belenenses, por 2-1.
A seguir, apresentamos a capa de uma das mais famosas e populares revistas portuguesas de Banda Desenhada da década de 50 e início da década de 60 chamada "Cavaleiro Andante" (1952-1962), a qual apaixonou os jovens bedéfilos daquela época. Nesta capa aparece reproduzida uma equipa do Sporting, precisamente referente à época de 1959/60.
Em cima (da esquerda para a direita): Lúcio, Fernando Mendes, David Júlio, Mário Lino, Hilário e Carvalho (g.r.)
Em baixo (mesma ordem): Octávio de Sá (g.r.), Hugo, Fernando, Vadinho, Diego e Morais.

Curiosamente, nesta equipa não está presente o avançado (extremo esquerdo) peruano, Seminário, a grande "estrela" leonina que, infelizmente, só jogou duas temporadas de "leão ao peito" (1959/60 e 1960/61) e que muitas saudades deixou em Alvalade.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Damas - "O Eusébio do Sporting" ou "O Eusébio das balizas"!

A revista semanal de todos os espectáculos, "Noite e Dia", trazia na sua edição nº17, de 15 de Janeiro de 1976, uma entrevista ao mítico e eterno guardião leonino, Vítor Damas, no rescaldo do empate (0-0) ocorrido, duas semanas antes, no "derby" Benfica-Sporting realizado no Estádio da Luz, a 28 de Dezembro de 1975, a contar para a 14ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1975/76, por sinal, a última temporada de Damas ao serviço do Sporting, antes de rumar a Espanha para representar o Santander.
Em baixo, apresentamos uma bela foto (tirada na baliza sul do saudoso Estádio José Alvalade) do "Eusébio do Sporting", como um dia lhe chamou o grande e inesquecível jornalista do Jornal "A Bola", Carlos Pinhão. Perante essa feliz comparação entre Eusébio e Damas, respeitante ao enorme valor e estatuto que ambos possuíam nos seus clubes, igualmente se passou a apelidar Damas de "Eusébio das balizas", tal era a categoria que o guarda-redes leonino mostrava entre os postes, sendo, ainda hoje, considerado, não apenas, o melhor guarda-redes do Sporting de todos os tempos, como também um dos melhores guarda-redes de sempre do futebol português.

O título desta revista não podia ser mais apropriado e sugestivo para definir as qualidades fantásticas de Vitor Damas, ele que tantas vezes foi um autêntico "herói" na baliza leonina, fazendo defesas espantosas, algumas delas quase "impossíveis", a remates de Eusébio que levavam o "selo de golo". Aliás, ficaram célebres os "duelos" travados entre Eusébio e Damas, os quais eram, de facto, um espectáculo quase à parte, dentro do próprio espectáculo que era sempre um "derby" Benfica-Sporting ou Sporting-Benfica, naqueles saudosos tempos dos jogos realizados às 3 ou 4 horas da tarde, com o estádio completamente cheio!
Em 2009, o Armazém Leonino publicou duas postagens (10 de Julho e 20 de Outubro), nas quais fez referência ao "derby" atrás mencionado, a propósito, quer da excelente exibição protagonizada por Damas nesse jogo, quer de um "penalty" desperdiçado, aos 30 minutos da 1ª parte, pelo defesa esquerdo brasileiro Da Costa. Convidamos os nossos visitantes a (re)lerem esses dois artigos, um deles acompanhado de uma foto espectacular de Damas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cipriano dos Santos

Cipriano Nunes dos Santos, nasceu em Almada, no dia 13 de Janeiro de 1901. Cipriano dos Santos jogava na posição de Guarda-redes. Destacou-se na baliza do Sporting nos anos 20. Estreou-se na primeira equipa leonina na época 1922/23, precisamente, com 21 anos de idade, e nunca mais a largou durante 10 anos. No último ano de Sporting (1931/32), perdeu a titularidade para Artur Dyson o já incontestável titular, todavia, Cipriano ainda realizou cinco jogos nesta temporada. Durante este percurso de leão ao peito Cipriano dos Santos conquistou 4 Campeonatos de Lisboa (1922/23, 1924/25, 1927/28 e 1930/31), e foi com ele na baliza que o Sporting conquistou o primeiro Campeonato de Portugal (1922/23), naquela época, o Campeonato de Portugal era a principal competição desportiva e de nível Nacional. Representou as balizas de Portugal a titular por duas ocasiões, e foi também convocado para os Jogos Olímpicos de Amesterdão de 1928, contudo, durante esta competição, Cipriano foi sempre suplente de António Roquete guarda-redes do Casa Pia. Cipriano dos Santos durante as comemorações das Bodas de Prata (25 anos) do Sporting recebeu a Medalha de Mérito e Dedicação. Imagem - Capa da revista "Eco dos Sports" de 19 de Dezembro 1926. Deixamos um especial agradecimento ao amigo João Gomes pelo envio desta imagem.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

João Martins - Um "leão" de uma categoria e correcção exemplares!


A respeito do grande avançado leonino das décadas de 40 e 50, João Martins (1927-1993), considerado, muito justamente, o "6º violino", o Armazém Leonino dedicou-lhe, há alguns meses atrás, duas postagens. A este propósito, aproveitamos para convidar os nossos visitantes sportinguistas a (re)lerem essas postagens de 22 de Janeiro e 10 de Agosto de 2009, nas quais se pode ficar a conhecer os principais acontecimentos que marcaram a vida e a carreira desportiva (12 épocas de "leão ao peito": 1947/48 a 1958/59) deste jogador exemplar, quer em termos de qualidade futebolística, quer em termos de comportamento, dentro e fora do campo.
O Armazém Leonino dedica hoje a João Martins, não um artigo, mas a capa de uma revista desportiva famosa da década de 50, a "Crónica Desportiva" (exemplar nº31, de 10 de Novembro de 1957), a qual, entre outras notícias, incluía uma longa entrevista com este magnífico jogador que entrou na galeria das lendas imortais do Sporting.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Hector Yazalde (Chirola)

Capa da Revista "Idolos do Desporto" com, Héctor Casimiro "Yazalde" (popularmente conhecido por Chirola). Entre 1971 e 1975, Yazalde, envergou brilhantemente a camisola do Sporting Clube de Portugal, este internacional argentino, detém ainda, à data de hoje, o título de melhor marcador de golos da história do futebol Português, num só campeonato. Na época de 1973/74, já com 28 anos de idade, Yazalde fica ligado à história do futebol Português e Europeu, em apenas 30 jogos para o campeonato marcou 46 golos, sagrando-se "Bota de ouro" Europeu. Mais uma belíssima imagem que nos chegou ao correio através do amigo Alfredo Nunes do Blogue Cadernetas e Cromos .

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Pérides

José Pérides, nasceu em Tete (Moçambique), no dia 18 de Abril de 1935, Pérides é filho de um grego fixado em Moçambique, por tal facto, o pai atribui-lhe o nome de Pérides. Antes de representar o Sporting jogou e foi campeão júnior pela Académica. Transferiu-se para Alvalade em 1956 e destacou-se como "médio interior" e "extremo". Pérides representou o Sporting durante 7 épocas (de 1956 a 1960 e de 1961 a 1964). Na época de 1960/61 representou o Sporting da Covilhã, regressando na época a seguir pela mão do então treinador leonino "Otto Glória". Ao serviço do Sporting, realizou 123 jogos, nos quais, marcou 9 golos. Foi duas vezes Campeão Nacional e venceu uma Taça de Portugal. Este campeão, fez parte da equipa que venceu a Taça dos Vencedores das Taças em 1964. Em Portugal Pérides também representou o Benfica. Capa da revista "Idolos do Desporto", esta imagem foi-nos cedida pelo amigo "Alfredo Nunes do blogue Cadernetas e Cromos .

domingo, 20 de dezembro de 2009

Sporting - 6 / Ajax - 3 ! (Taça UEFA: 1988-89)

Capa da revista "Sporting" (nº2, Outubro de 1988)
Na época de 1988/89, na 1ª eliminatória da Taça UEFA, coube em sorte ao Sporting defrontar a poderosa equipa do Ajax, que nas duas épocas anteriores tinha estado presente nas duas finais da Taça das Taças, vencendo a 1ª (1986/87) por 1-0, diante do Lokomotiv Liepzig (ex-RDA), e perdendo a 2ª (1987/88) por 1-0, frente ao Malines (Bélgica).
Portanto, a tarefa não se afigurava nada fácil para a equipa leonina, prevendo-se grandes dificuldades para os "leões" seguirem em frente na Taça UEFA.
Porém, contra todas as expectativas e previsões, o Sporting acabou por eliminar a forte equipa holandesa, vencendo, inclusivamente, ambos os jogos: o 1º em Alvalade, por 4-2 (e um "penalty" falhado) e o 2º em Amesterdão, por 2-1. A vitória do Sporting no terreno do Ajax, fruto de uma excelente exibição, constituiu mesmo um resultado histórico e um feito digno de realce, já que, até então, nunca o Ajax havia perdido em casa em jogos a contar para a Taça UEFA e era também a 2ª vez que a equipa de Amesterdão era eliminada logo na 1ª eliminatória da Taça UEFA.
Para a história, deixamos, a seguir, a constituição da equipa leonina que alcançou uma vitória histórica no Estádio De Meer, em Amesterdão, no dia 5 de Outubro de 1988.
Os 11 "heróis de Amesterdão" jogaram num sistema táctico em 4x5x1, com 2 trincos e um ponta de lança: Damas; João Luís, Venâncio, Morato (cap.) e Fernando Mendes; Douglas e Oceano; Silas, Carlos Xavier e Litos; Forbs.
Os golos dos "leões" foram apontados por Silas (um golo genial), aos 21 minutos, e por Rui Maside (entrado, aos 50 minutos, a substituir Douglas), aos 85 minutos.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Conceição Alves

O Sporting é, incontestavelmente, o clube com o mais rico palmarés do Atletismo Português. Para tal, contribuíram a dedicação, o empenho, o trabalho, a qualidade e o valor de dirigentes (caso de Salazar Carreira), treinadores (caso de Mário Moniz Pereira) e, sobretudo, dos atletas que, ao longo da História do Sporting, alcançaram inúmeras vitórias e conquistaram muitos títulos, quer individuais, quer colectivos, nesta modalidade.
Com efeito, o atletismo tem sido, desde a fundação do clube de Alvalade e ao longo dos anos, indiscutivelmente, a modalidade de maior sucesso na História Eclética do Sporting, permitindo aos "leões" manter, desde sempre e, ano após ano, uma hegemonia interna incontestável e, igualmente, elevar o nome de Portugal bem alto além fronteiras, através dos bons resultados alcançados por parte dos atletas leoninos, quer nas competições de clubes, quer a nível de selecções, prestigiando, assim, o Atletismo Português.
De entre os muitos atletas de prestígio e qualidade que fizeram toda a sua carreira no Sporting, e que conquistaram, de "leão ao peito", grandes triunfos, destaca-se Conceição Alves, que foi, de facto, uma das mais valorosas e completas atletas portuguesas de todos os tempos.
Na verdade, Conceição Alves foi uma atleta dotada de grande versatilidade e polivalência, conseguindo obter grandes resultados em várias especialidades: barreiras, saltos, lançamentos e provas combinadas.
Conceição Alves dominou o panorama do atletismo feminino durante a 2ª metade da década de 70 e princípio da década de 80, mais concretamente, entre 1974 e 1981, período de tempo no qual foi, por mais de uma vez, recordista nacional de 100 metros barreiras, salto em altura, salto em comprimento e heptatlo.
Conceição Alves conquistou um total de 13 Campeonatos de Portugal, entre as diversas especialidades: 4 nos 100 metros barreiras, 3 no salto em altura, 2 no salto em comprimento, 2 nos 4 x 100 metros, 1 no heptatlo 1 no lançamento do peso.
Conceição Alves merece, pois, com toda a justiça, figurar na galeria dos maiores atletas da História do Atletismo leonino, ao lado de Álvaro Dias, Manuel Faria, Manuel de Oliveira, Carlos Lopes, Fernando Mamede, José Carvalho, Aniceto Simões, Domingos e Dionísio Castro, Rui Silva, Francis Obikwelu e Naíde Gomes, entre outros.
A foto que apresentamos em cima refere-se à capa da revista "Golo" (nº17, de 29 de Dezembro de 1976), na qual podemos observar Conceição Alves (em baixo) a disputar uma prova de 100 metros barreiras.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

António Morato (pai)

António Henriques "Morato", nasceu em Lisboa a 20 de Março de 1937. Morato (pai), actuava na defesa. Produto da cantera leonina, jogou no Sporting entre 1958 e 1965. Durante às 7 épocas de leão ao peito Morato fez 106 jogos, marcou 1 golo e foi Campeão Nacional em 1962. Por uma vez Morato foi internacional A. Em 1964 nasceu o filho "Morato" que viria a ter o mesmo percurso que o pai. Imagem da revista "Idolos do Desporto", cedida gentilmente pelo amigo "Alfredo Nunes" do blogue Cadernetas e Cromos .




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

João "Morais"


João Pedro Morais, conhecido como Morais, natural de Cascais, nasceu a 6 de Março 1935, é um ex-jogador do Sporting e muito famoso, porque será? Jogava na posição de Defesa. Iniciou a sua carreira no Sporting de Alcabideche, tendo passado posteriormente pelo Estoril-Praia e Torreense, ingressando no Sporting Clube de Portugal em 1954. Morais ficaria na história do futebol português ao marcar um belo golo de canto directo na finalíssima da Taça das Taças de 1963-64, frente ao MTK, que daria ao Sporting a única Taça das Taças conquistada por um clube português. Este feito daria origem à canção Cantinho do Morais, popularizada por Maria José Valério. Deixou o Sporting em 1969, jogando ainda na África do Sul e no Rio Ave, clube do qual seria também treinador.
Alcançou dez internacionalizações. Fez três jogos na fase final do Mundial de 1966, realizado em Inglaterra, para o qual foi convocado apesar de não ter dado o seu contributo em qualquer dos encontros de qualificação. Estreando-se num jogo de preparação para a fase final do Campeonato do Mundo - um Escócia-Portugal (0-1), disputado a 18 de Maio de 1966, Morais foi utilizado frente à Hungria (3-1), ao Brasil (3-1) e à Coreia do Norte (5-3). Depois de terminado o Mundial e de assegurado o terceiro lugar, Morais ainda deu o seu contributo à selecção por mais quatro vezes, três delas em jogos de qualificação para o Europeu de 1968. Despedir-se-ia da selecção num desses encontros, o Noruega-Portugal (1-2), jogado a 8 de junho de 1967. Morais deixou a sua marca no Mundial de 1966 por dizerem ter lesionado Pelé durante o jogo Portugal 3-1 Brasil, após uma entrada com alguma violência que muitos ainda hoje não esqueceram, tendo sido agredido minutos antes à cabeçada pelo mesmo Pelé. Títulos conquistados por João Morais, 3 Campeonatos de Portugal, 1 Taça de Portugal, 1 Taça das Taças.

Revista "Colecção Idolos do Desporto" dedicada a "Morais". Imagem cedida gentilmente por Alfredo Nunes do Blogue Cadernetas e Cromos

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Revista: Sporting Campeão 65/66


Capa da revista Colecção "Ídolos do Desporto" de 1966, nesta revista é retratada a conquista do Campeonato Nacional. Sporting foi campeão nessa época. O triunfo alcançado no Estadio da Luz por 4-2, com todos os golos a serem apontados por Lourenço, foi um passo importante para esta conquista. Deixamos abaixo classificação para análise.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Caló

Francisco António Galinho Caló, natural de Montemor-o-Novo, este alentejano nasceu a 5 de Setembro de 1946. Nasceu para o futebol nas camadas jovens do Sporting, como jogador profissional "Caló" realizou 103 jogos e marcou 1 golo entre 1965 e 1972. Foi por duas vezes Campeão Nacional e ganhou também uma taça de Portugal ao serviço do Sporting. Só por uma vez foi internacional "A". Esta imagem é retirada da capa da revista "Ídolos do Desporto". Imagem cedida por Alfredo Nunes do blogue Cadernetas e Cromos .