quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Sporting: equipa de 1928 com as camisolas listadas
António Oliveira em 82/83 como Treinador-Jogador
Vasques
Manuel Vasques, nasceu no Barreiro no dia 22 de Fevereiro de 1926. Fez parte do plantel de futebol do Sporting Clube de Portugal nas décadas de 1940 e 1950, e era um dos integrantes dos chamados "Cinco Violinos". Faleceu em 2003 com 77 anos.
Também conhecido como o "Galgo de Raça ou Malhoa", começou a sua carreira como futebolista na CUF.
A alcunha de Malhoa foi popularizada pelo jornalista Tavares da Silva - também autor da expressão "cinco violinos" - devido à forma de jogar de Vasques fazer lembrar a arte do pintor José Malhoa.
O médio ofensivo fez a sua estreia com a camisola "verde e branca" no dia 8 de Setembro de 1946 e em oito anos de "leão" ao peito comemorou oito campeonatos portugueses, incluindo um tricampeonato e um "tetra", e duas Taças de Portugal, entre 1946 e 1954.
Também conhecido como o "Galgo de Raça ou Malhoa", começou a sua carreira como futebolista na CUF.
A alcunha de Malhoa foi popularizada pelo jornalista Tavares da Silva - também autor da expressão "cinco violinos" - devido à forma de jogar de Vasques fazer lembrar a arte do pintor José Malhoa.
O médio ofensivo fez a sua estreia com a camisola "verde e branca" no dia 8 de Setembro de 1946 e em oito anos de "leão" ao peito comemorou oito campeonatos portugueses, incluindo um tricampeonato e um "tetra", e duas Taças de Portugal, entre 1946 e 1954.
Albano
Possuía o talento mais genuíno de todos os comparsas da orquestra dos “cinco violinos”.
A sua paixão pela bola era inegociável e o talento com que a tratava constituía um dom genético que tinha tanto de inexplicável como de belo.
Albano Pereira (1921-1990) foi um dos mais geniais jogadores portugueses de todos os tempos, um especialista das linhas (a esquerda e a final), um alimentador da vocação goleadora de todos os avançados com quem jogou e, ele próprio, um jogador com remate fácil e certeiro- no total de 322 jogos oficiais pelo Sporting, apontou 153 golos, com parcial de 240 jogos e 118 golos a contar para o campeonato nacional.
Ao longo de 13 épocas de leão ao peito, Albano somou apenas 15 internacionalizações (3 golos), número escasso para a importância que teve no futebol português e para as paixões que sempre despertou, sobretudo entre família verde e branca- de entre os violinos é aquele que apresenta números menos significativos com as quinas ao peito.
Conquistou 14 títulos pelo Sporting, oito dos quais por vitórias na I Divisão- ele, Travaços e Vasques são os recordistas da história leonina. A 29 de Julho de 1957 teve a sua festa de homenagem. Caminhava para 36 anos e a sua ligação ao Sporting estava longe de corresponder ao génio que tinha sido. Fizera apenas dois jogos em 1955/56 e perdia-se em treinos e partidos de reservas. A estética do adeus nunca o preocupou. Pelo contrário, anunciou que ficaria em Alvalade até o clube o mandar embora, deixando claro que, pelo amor que tinha ao Sporting e ao futebol, prolongaria eternamente a ligação. A sua generosidade não foi correspondida e acabou como corticeiro em aflições pelos salários em atraso nos anos 80.
Fonte: http://www.centenariosporting.com
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Blog da Semana: PLANÈTE SPORTING carreguem AQUI

O Armazém Leonino elegeu "PLANÈTE SPORTING CLUBE PORTUGAL" como o Blog da Semana.
É um Blog criado a partir de frança, está muito bem estruturado e sempre informado é prazeiroso seguir este sitio mesmo escrito em Françês, só o facto de fomentar o nosso clube por terras gaulesas e nessa lingua merece este reconhecimento.
Penafiel 0 - Sporting 2: época 1981/82
Hilário

Hilário Rosário da Conceição (Lourenço Marques, Moçambique, 19 de Março de 1939) foi um antigo jogador de futebol do Sporting CP e da selecção portuguesa. Jogava na defesa.
Representou o FC Arsenal, o Atlético de Lourenço Marques, o Sporting de Lourenço Marques e o Sporting. Conquistou uma Taça das Taças, três Campeonatos de Portugal e três Taças de Portugal. Veio de Moçambique uma das figuras mais emblemáticas do Sporting, o seguríssimo defesa Hilário, peça fundamental da selecção nacional dos anos 60.
A sua agressividade, carácter e entrega ao jogo eram tais que, apesar de não ter grande propensão para utilizar o pé esquerdo, era praticamente inultrapassável. Hilário não pôde, todavia, dar o seu contributo na final e na finalíssima da Taça das Taças de 1964, pois num lance fortuito, a poucos dias dos encontros da Bélgica, frente ao Vitória de Setúbal, fracturou a tíbia e o perónio.Ficou arredado do momento de glória da Taça que também ajudou a conquistar.
Despediu-se do futebol na final da Taça de 1973, que o Sporting venceu. Após ter abandonado a prática, dedicou-se à carreira de treinador.
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