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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sporting conquista o Torneio Internacional de Lisboa (Agosto de 1984).

No verão de 1984, o Sporting contratou para treinador principal da sua equipa de futebol, o galês John Toshack, na altura quase um ilustre desconhecido do mundo do futebol. Embora tivesse sido um futebolista relativamente famoso em Inglaterra, tendo jogado nomeadamente no Liverpool, na década de 70, enquanto treinador, Toshack ainda não tinha alcançado qualquer posição digna de registo, nem dera ainda grandes provas do seu valor, pois somente treinara o modesto Swansea do País de Gales.
Contudo, o presidente do Sporting de então, João Rocha, apostou neste jovem treinador da escola de futebol inglesa, na esperança de reeditar a excelente época de 1981/82, quando o Sporting, sob o comando técnico do inglês Malcolm Allison, conquistou a "dobradinha", praticando um futebol de ataque, atractivo e entusiasmante.
Para além da contratação do treinador galês, o Sporting reforçou-se ainda com os excelentes médios Jaime Pacheco e Sousa (ambos vindo do F.C. Porto), Oceano (vindo do Nacional da Madeira), Litos (vindo dos juniores), Eldon (vindo da Académica), Forbs (vindo do Peniche) e Vítor Damas que regressou ao Sporting depois de uma longa ausência de 8 (!) anos.
Durante a pré-época, integrado nos jogos de preparação da equipa leonina para a nova temporada de 1984/85, o Sporting participou no Torneio Internacional de Lisboa juntamente com o seu eterno rival de Lisboa, o Benfica, e a equipa espanhola do Atlético de Madrid. Este torneio disputou-se no Estádio José Alvalade, nos dias 10, 11 e 12 de Agosto de 1984.
No seu primeiro jogo, a 11 de Agosto, o Sporting venceu o Atlético de Madrid, por 2-0, tendo os golos dos "leões" sido apontados pela dupla de avançados, Eldon e Manuel Fernandes. Na final realizada no dia seguinte, diante do Benfica, o Sporting voltou a vencer, desta vez por 3-1, conquistando com todo o merecimento e justiça o troféu em disputa.

Equipa leonina que iniciou a partida diante do Benfica.
Em cima (da esquerda para a direita): Zezinho, Oceano, Morato, Venâncio, Eldon e Virgílio.
Em baixo (mesma ordem): Mário Jorge, Katzirz, Manuel Fernandes (cap.), Jaime Pacheco e Sousa.

Recordamos a constituição da equipa leonina que alinhou frente ao Benfica na final do Torneio Internacional de Lisboa:
Katzirz; Morato, Zezinho, Venâncio e Mário Jorge; Jaime Pacheco, Oceano, Sousa e Virgílio; Manuel Fernandes (cap.) e Eldon.
Os golos leoninos foram marcados por Jaime Pacheco (44 minutos) e Lito (72 e 89 minutos). O golo inaugural da partida foi marcado por Venâncio na própria baliza (17 minutos) num lance infeliz em que a bola tabelou no defesa leonino.
Na 2ª parte, o Sporting fez 3 substituições, entrando Carlos Xavier (45 minutos), Lito (59 minutos) e Litos (76 minutos), respectivamente, para os lugares de Morato, Oceano e Eldon.
Equipa leonina que terminou a partida, exibindo orgulhosa o bonito troféu
brilhantemente conquistado.
Em cima (da esquerda para a direita): Katzirz, Venâncio, Sousa, Eldon,
Jaime Pacheco e Mário Jorge.
Em baixo (mesma ordem): Lito, Carlos Xavier, Manuel Fernandes, Virgílio,
Zezinho e Lito.

Dos 14 jogadores utilizados pelo Sporting nesta final, apenas 2 não eram portugueses: o guarda-redes húngaro Katzirz e o avançado brasileiro Eldon. Que diferença relativamente à actualidade, em que se verifica precisamente o contrário!
A maioria das vezes só jogam 2 jogadores portugueses, como aconteceu no último jogo realizado pelo Sporting, em Guimarães, a contar para o Campeonato Nacional (Vitória Sport Clube - 0 / Sporting - 1).
Se bem se recordam, no onze inicial leonino, apenas o guarda-redes Rui Patrício  e o defesa direito João Pereira eram portugueses.
Habitualmente, no onze inicial do Benfica não há um único jogador português e no onze inicial do F.C. Porto, no máximo, jogam 3 jogadores portugueses (Rolando, João Moutinho e Varela). Perante este panorama desolador em matéria de jogadores portugueses nos "três grandes", é caso para manifestarmos a nossa preocupação, a curto e médio prazo, relativamente ao cada vez mais reduzido campo de recrutamento de jogadores para a Selecção Nacional.
No que diz respeito ao previsível "onze" inicial de Portugal que vai defrontar, hoje às 9 horas da noite, no Estádio do Dragão, a Islândia, apenas 4 jogadores jogam em Portugal (Rui Patrício e João Pereira no Sporting; Rolando e João Moutinho no F.C. Porto), sendo que no banco de suplentes vão estar outros 4 jogadores que alinham por equipas portuguesas (o guarda-redes Eduardo e Ruben Amorim no Benfica; Varela no F.C. Porto; Nuno Gomes no Sporting Braga). Convenhamos que se trata de um cenário desanimador e deveras preocupante que deve merecer uma profunda reflexão por parte dos dirigentes dos principais clubes portugueses.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Recordações de uma goleada: Sporting - 8 / Sp. Braga - 1 (1984-85).


A época de 1984/85 foi a última temporada em que Manuel Fernandes, Oliveira e Jordão jogaram juntos na equipa leonina. Com efeito, ainda antes de terminar a temporada, já no decorrer da 2ª volta do campeonato, mais concretamente, em Março de 1985, aquele "trio maravilha" desfez-se com a saída de Oliveira do Sporting.
Terminava assim uma ligação de pouco mais de 3 épocas e meia de "leão ao peito", período de tempo durante o qual os sportinguistas tiveram o privilégio e o prazer de assistir a grandes exibições de um jogador fantástico, que tinha tanto de genial como de polémico e controverso. Oliveira foi também um jogador perseguido pelas lesões, as quais, a partir de determinada altura, sobretudo na temporada de 1984/85, teimaram em não o largar, não deixando Oliveira render em campo aquilo que ainda estava ao seu alcance.
Saturado e revoltado por sucessivas paragens por lesão e tendo consciência de que já não conseguiria ter o rendimento em campo compatível com aquilo que se esperaria de um jogador da sua categoria, Oliveira abandonou o Sporting, ingressando no Marítimo, onde iria acumular as funções de jogador-treinador até ao final dessa temporada.
Um dos últimos jogos que presenciámos ao vivo em Alvalade com aquele "trio maravilha" em campo foi um célebre Sporting-Sp. Braga (18 de Novembro de 1984; 10ª jornada) que terminou com uma goleada histórica do Sporting, por 8-1. Neste jogo, aquela fantástica tripla atacante terá provavelmente efectuado, na minha opinião, a sua melhor exibição conjunta de sempre, sobretudo na 2ª parte, em que o Sporting obteve 6 golos nos últimos 18 minutos da partida (média de 1 golo em cada 3 minutos!).
Recordemos, então, a equipa leonina que alcançou uma das suas maiores goleadas a contar para o Campeonato Nacional, em cujo jogo Manuel Fenandes obteve um "hat-trick" (72, 81 e 86 minutos), Oliveira bisou (39 e 76 minutos), tendo os restantes 3 golos sido marcados por Jordão (84 minutos), Eldon (89 minutos) e Mário Jorge (5 minutos).
Damas; Carlos Xavier, Zezinho, Venâncio e Mário Jorge; Litos, Oceano, Virgílio e Sousa; Manuel Fernandes (cap.) e Jordão. Oliveira rendeu Litos aos 34 minutos e Eldon entrou para o lugar de Sousa aos 74 minutos.
Apresentamos, a seguir, uma das equipas-tipo do Sporting dessa época, constituída, na verdade, por grandes jogadores. A equipa leonina, orientada pelo técnico galês John Toshack, viria a terminar o campeonato em 2º lugar (com apenas duas derrotas), a 8 pontos do F.C. Porto, com quem o Sporting empatou duas vezes (0-0). As únicas derrotas sofridas pelos "leões" foram diante do Penafiel e do Benfica. De facto, só um Super-F.C.Porto impediu o Sporting de ser campeão nacional nessa temporada.

Em cima (da esquerda para a direita): Zezinho, Jordão, Venâncio, Oceano, Oliveira e Damas.
Em baixo (mesma ordem): Mário Jorge, Sousa, Manuel Fernandes (cap.), Jaime Pacheco e Carlos Xavier.

Digam lá meus amigos, se este onze leonino não era realmente fabuloso, e se não foi, de facto, um dos melhores de sempre da História do Sporting. Esta equipa, hoje em dia, seria de certeza campeã nacional. Ai que saudades, ai, ai...!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

F.C. Porto - 0 / Sporting - 0 (1984/85)

No dia 24 de Novembro de 1984, na sua edição de Sábado, o Jornal A Bola publicava na capa a habitual caricatura, da autoria do mestre Francisco Zambujal, a anteceder a realização de mais um grande "clássico" do futebol português. Desta vez, tratava-se do F.C. Porto/Sporting, cujo jogo, a contar para a 11ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1984/85, se iria realizar, no dia seguinte, no Estádio das Antas, no Porto.

Como habitualmente, estas caricaturas funcionavam como uma espécie de "aperitivo" e de antevisão do grande jogo do fim de semana. A beleza das imagens e a "força" da mensagem que elas transmitiam valiam mais do que "mil palavras", servindo para criar um ambiente de grande expectativa e de emoção à volta do "clássico" ou do "derby".
Aliás, durante muitos anos, as caricaturas de Francisco Zambujal foram uma imagem de marca do próprio jornal e passaram a ser insubstituíveis e indispensáveis para os leitores do, então, trissemanário desportivo.
A belíssima caricatura que apresentamos em cima, simboliza na perfeição o duelo que iria ser travado entre o F.C. Porto, treinado por Artur Jorge, e o Sporting, treinado pelo galês John Toshack. O técnico leonino está personificado pela figura do leão que mostra as suas garras (simbolizadas pelo melhor ataque do campeonato) perante o treinador portista que procura defender-se e domar o leão com uma cadeira (simbolizando a melhor defesa da prova) e um chicote.
Recordamos, a seguir, a constituição da equipa leonina que, no dia 25 de Novembro de 1984, sob um forte temporal (chuva, vento e frio), alinhou (no sistema táctico de 5x4x1) diante do líder F.C. Porto, em jogo arbitrado por Miranda Dias (Coimbra):
Damas; Gabriel, Oceano, Venâncio e Virgílio e Mário Jorge; Carlos Xavier, Litos, Oliveira e Sousa; Jordão.
O jogo viria a terminar empatado (0-0) e Venâncio seria expulso aos 76 minutos por acumulação de cartões amarelos. Por este motivo, Morato entrou, aos 78 minutos, para o lugar de Oliveira. Já antes, aos 54 minutos, Eldon entrara para o lugar de Gabriel.
Apesar da forte pressão imposta pelo F.C. Porto durante a maior parte do jogo, sobretudo, na última meia hora, período em que intensificou o ataque, o Sporting soube sempre defender-se muito bem, não abdicando de jogar com 3 defesas centrais e apenas com um ponta de lança.
A partir de determinada altura, o terreno ficou completamente encharcado e "empapado" e o F.C. Porto começou a usar e a abusar do chamado "chuveirinho", com cruzamentos constantes para a grande área sportinguista. Porém, os jogadores do Sporting, sobretudo os 5 defesas e o guardião leonino Vítor Damas, foram uns autênticos "leões", conseguindo, mesmo reduzidos a 10 jogadores, no último quarto de hora, resistir, com bravura e coragem, ao duplo "vendaval" que se abateu nas Antas: as condições climatéricas e a ofensiva portista.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Jornal Sporting - 8 Agosto de 1984

Foto de equipa em plena pré-época de 84/85.
Ciclismo - Poucos meses depois da morte de Joaquim Agostinho...
Pré-época, e os reforços de peso, Vitor Damas, António Sousa e Jaime Pacheco...
A Pré-época, e o regresso de António Oliveira...
Grande entrevista de Vitor Damas, depois de 8 anos, o regresso...
Cont. - Vitor Damas
Atletismo Leonino
Carlos Lopes & Fernando Mamede

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Equipa do Sporting (84/85)

Em cima: Zézinho, Venâncio, Virgilio, Mourato, Oceano, Damas.
Em baixo: Lito, Eldon, Manuel Fernandes, Carlos Xavier, Mário Jorge.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Emblema do Sporting

Damas

Carlos Xavier

Oceano

Virgílio

Zézinho

Mário Jorge

Venâncio

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sporting; cromos da época 84/85


Esta colecção pertence Mabilgráfica da época 84/85, a caderneta era intitulada de "TROFÉU. Aqui deixamos os cromos referentes ao nosso Sporting. Nesta época acabámos o campeonato em 2º lugar. O destaque dessa época foi o regresso de Victor Damas ao Sporting e as entradas de Sousa e Jaime Pacheco provenientes do FC Porto. O treinador também não era nenhum anónimo mas sim o conceituado John Toshack.

domingo, 5 de julho de 2009

Sporting - 1 / Benfica - 0 (1984/85)

A 22 de Dezembro de 1984, na 14ª e penúltima jornada da 1ª volta do Campeonato Nacional, referente à época de 1984/85, em vésperas de Natal, o Sporting recebeu, em Alvalade, o Benfica, tendo vencido por 1-0, com o golo solitário dos "leões" a ser apontado por Manuel Fernandes, logo aos 3 minutos de jogo.
Neste derby, o Sporting alinhou no sistema táctico de 5x3x2, tão do agrado do técnico galês, John Toshack, com um líbero (Virgílio) e 2 defesas laterais (Carlos Xavier e Mário Jorge) bastante ofensivos, fazendo com que o sistema táctico se transformasse num 3x5x2 quando a equipa atacava, com Carlos Xavier e Mário Jorge bastante adiantados no terreno, funcionando quase como extremos.
Eis o "onze" que iniciou a partida frente ao Benfica: Katzirz; Carlos Xavier, Oceano, Virgílio, Venâncio e Mário Jorge; Litos, Oliveira e Sousa; Manuel Fernandes e Jordão.
Antes do derby entre os eternos rivais, o Sporting encontrava-se em 2º lugar no campeonato, com 21 pontos, mais 2 que o Benfica, na altura comandado pelo, polémico e irascível, técnico húngaro Pal Csernai. Com esta vitória, os "leões" alargavam para 4 pontos a sua vantagem sobre as "águias".
A caricatura, acima apresentada, da autoria de Francisco Zambujal, foi publicada numa edição do jornal A Bola, na véspera do derby. Nela são retratados os presidentes dos 2 clubes lisboetas, João Rocha do Sporting e Fernando Martins do Benfica, trocando presentes entre si e desejando mutuamente um Feliz Natal.
Por esta altura, já o F.C. Porto era líder do campeonato e iria, aliás, manter essa liderança até final, não dando quaisquer hipóteses, quer ao Sporting, quer ao Benfica, os quais ficariam classificados, respectivamente, em 2º e 3º lugar.
Apesar de, no confronto directo com o F.C. Porto, o Sporting não ter saído derrotado (2 empates a zero, quer nas Antas, quer em Alvalade) e de ter sofrido somente duas derrotas, ao longo do campeonato, em Penafiel (2-0) e na Luz (3-1), ainda assim, a equipa leonina terminaria o campeonato com menos 8 pontos que os "dragões", mas com mais 4 pontos que o Benfica.

sábado, 20 de junho de 2009

Sporting 1984-85

No verão de 1984, em plena época de defeso, a direcção do Sporting cometeu, provavelmente, um dos maiores erros de gestão da sua longa e rica história desportiva: A saída de Futre para o F.C. Porto.
Com efeito, mercê da teimosia e intransigência do presidente do Sporting da altura, João Rocha, o qual não quis "alargar os cordões à bolsa" e pagar a Futre o ordenado que ele já há muito merecia, este foi contratado pelo F.C. Porto que lhe ofereceu, de facto, um salário consentâneo com o seu valor futebolístico. Como se sabe, Futre viria a realizar 3 épocas (1984/85, 1985/86 e 1986/87) excelentes no F.C. Porto, sendo campeão nacional nas duas primeiras temporadas e campeão europeu na terceira época de "azul e branco".
Pode-se dizer que a saída de Futre foi uma perda irreparável para o Sporting, a qual nunca foi devidamente compensada, e que veio a ter implicações negativas nas futuras equipas do clube, como aliás o admitiu uma vez, o então presidente do Sporting (1986-88), Dr. Amado de Freitas.
Nesse verão de 1984, o Sporting contratou, ao F.C. Porto, Jaime Pacheco e Sousa, efectivamente dois grandes jogadores com provas dadas quer no F.C. Porto, quer na Selecção Nacional, mas que nunca chegaram a render, nos 2 anos que estiveram em Alvalade, aquilo que deles se esperava, nunca se tendo adaptado, nem ao Sporting, nem à cidade de Lisboa, com a agravante, no caso de Jaime Pacheco, das lesões que o perseguiram, sobretudo, na sua 1ª época de "leão ao peito".
De qualquer maneira, no arranque da época de 1984/85, o então treinador do Sporting, o galês John Toshack, tinha à sua disposição um excelente plantel, constituído por jogadores de elevada craveira futebolística, caso dos recém-chegados Jaime Pacheco e Sousa, mas também dos consagrados Damas, Gabriel, Manuel Fernandes, Oliveira, Jordão, Zezinho, Virgílio, Lito, Kostov, bem como das jovens esperanças Mário Jorge, Carlos Xavier, Venâncio, Oceano, Morato, Litos e Fernando Mendes.
Observe-se, por exemplo, a equipa seguinte, referente àquela época, a qual, como se pode constatar, era constituída por alguns dos melhores jogadores portugueses da altura, e este "onze" até é 100% português, sem um único jogador estrangeiro!


Em cima (da esquerda para a direita): Zezinho, Jordão, Venâncio, Oceano, Oliveira e Damas.

Em baixo (mesma ordem): Mário Jorge, Sousa, Manuel Fernandes, Jaime Pacheco e Carlos Xavier.

Sistema táctico (4x4x2): Damas; Carlos Xavier, Venâncio, Zezinho e Mário Jorge; Oceano, Jaime Pacheco, Oliveira e Sousa; Manuel Fernandes e Jordão.

Que equipa fabulosa! O que é certo é que, no final da época, o Sporting ficou classificado em 2º lugar no campeonato a 8 pontos do campeão, o F.C. Porto de Futre e companhia.

Mário disse...
Que equipa!Com a particulariedade de serem 11 portugueses! Não me lembro de antes ou depois isso ter acontecido! O que talvez explique o meu fascínio por essa foto. Esta equipa podia representar a selecção nacional, pois todos eles foram internacionais (com excepção do Zézinho, acho)Não sou contra a utilização de estrangeiros (basta olhar para o nosso craque Liedson), mas acho que a regra antiga de 2 estrangeiros, no máximo 3, nunca deveria ter sido alterada. Se bem que não nos podemos queixar de jogar com excesso de estrangeiros, presentemente, antes pelo contrário. Jogar à Futebol Clube América do Sul ou Sport Lisboa e Nações Unidas, não é para mim!P.S: Na época, esta fotografia foi publicada num jornal, e como era de um tamanho grande e a cores (o que não era muito usual), recortei e colei-a num cartão e pendurei-a na parede como póster! XD

Portalsporting disse...
O Futre saíu de Alvalade por rescisão de contrato, não sei por quantos anos ainda tinha de contrato, fez uma traição ao SCPEsta equipa era fantástica, foi o ano do ingresso do Oceano no Sporting, Pacheco e Sousa foram trunfos eleitorais do João Rocha e de um célebre jogo com o Braga em Alvalade, 6-2, em que no final do jogo Toshack disse,"o Manel, o Jordão e o Oliveira, não se falam, agora o que eles fariam se, se dessem bem"